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13 Fevereiro de 2020 | 17h41 - Actualizado em 14 Fevereiro de 2020 | 10h38

GCII manifestam abertura

Catete - Os Gabinetes de Comunicação Institucional e Imprensa (GCII) dos departamentos ministeriais manifestaram, nesta quinta-feira, em Catete, total abertura, interacção e colaboração com os órgãos de comunicação social.

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Joaquim Paulo - Director do Cefijor

Foto: Angop

De acordo com alguns responsáveis dos GCII que participam no Conselho Consultivo do Ministério da Comunicação, a intenção é contribuir para a concretização da acção dos midias no que toca a recolha e divulgação de factos, com rigor, objectividade e clareza.

Para Elisabeth Smith, do GCII do Ministério do Ambiente, os organismos servem para facilitar a articulação e comunicação interna e externa, dotando os midias de informações correctas sobre a acção dos departamentos ministeriais.

“Apesar de o GCII não responder a todos os assuntos de tutela da instituição, facilita a articulação entre os responsáveis e os órgãos de comunicação”, afirmou.

Do ponto de vista do director do GCII do Ministério do Interior, Valdemar José, a comunicação institucional não pode ser um entrave, mas sim ser proactiva, para se evitar a especulação.

Valdemar José aponta ainda para a necessidade da utilização de todos os canais disponíveis, desde os digitais, convencionais e aos mais tradicionais, para se levar ao público a informação real.

Apesar de reconhecer a existência de alguma abertura em determinadas instituições, a presidente da Comissão de Carteira e Ética, Luísa Rogério, considera haver algum excesso burocrático na acção dos GCII.

“A comunicação institucional hoje é um dos grandes problemas para os jornalistas em Angola, devidas as dificuldades que coloca no acesso a informação”, asseverou Luísa Rogério.

Luísa Rogério apontou a existência de assessores de imprensa que permanecem com os telefones desligados, pois alegam não atender números de pessoas desconhecidas.

Para Luísa Rogério, uma entidade, figura pública, artista, desportista ou cantor tem a prerrogativa de gerir como quiser a sua vida, porém alguém com a missão de fazer comunicação institucional não pode deixar de atender o telemóvel.

A antiga secretária-geral do Sindicato de Jornalistas Angolanos considera que o elitismo aqui não funciona, embora entenda que a pessoa vai atender e depois vê se tem ou não disponibilidade, se está ou não em condições de comentar o assunto.  

Assuntos Angola  

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