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14 Fevereiro de 2020 | 15h50 - Actualizado em 14 Fevereiro de 2020 | 15h50

Sobas querem celeridade na conclusão de posto de saúde

Quilombo dos Dembos - Sobas do município do Ngonguembo, província do Cuanza Norte, apelaram às autoridades locais mais rapidez na conclusão da construção do posto de saúde da localidade do Velho Yangu, cujas obras iniciaram em 2012.

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Os sobas fizeram esse pedido durante um encontro realizado, sexta-feira, com o governador da província do Cuanza Norte, Adriano de Carvalho, que visitou a região.

André Luís Neto, um dos representantes da autoridade tradicional da circunscrição, afirmou que o atraso na conclusão das obras da unidade sanitária está a causar dificuldades aos mais de dois mil habitantes da região, que têm de percorrerem 12 quilómetros, até à sede municipal, para receberem assistência médica.

Já o soba Alberto Manuel informou que a população local recebe assistência sanitária em salas de aulas de uma escola primária da comunidade, há três anos.

Reconheceu ser uma situação embaraçosa visto que as consultas e o tratamento médico acontecem em simultâneo com as aulas, facto que pode provocar contaminação de certas doenças aos alunos e docentes.

Por isso, sublinhou, a necessidade das autoridades da província do Cuanza Norte acelerarem o processo de conclusão das obras do posto médico, para resolver tal situação.

Na ocasião, o governante orientou a administração municipal do Ngonguembo a tomar medidas urgentes para a rápida conclusão das obras de reabilitação do posto de saúde da localidade do Velho Yangu.

Por seu turno, o administrador municipal adjunto para área Financeira e Orçamental do Ngonguembo, José António, fez saber que a obra está orçadas em 10 milhões de kwanzas e tinha, numa primeira fase, a previsão de seis meses para sua conclusão.

“Esta obra está paralisada há mais de três anos, numa altura em que a administração municipal já pagou mais de sete milhões de kwanzas ao empreiteiro”, ressaltou.

Revelou que a empresa construtora condiciona a retomada dos trabalhos ao pagamento de dois milhões de kwanzas que restam do valor acordado, posição recusada pela administração local, devido a disparidade entre a execução financeira e física da obra.

Estimou em 85% a execução financeira da obra e apenas em 34 % a execução física do empreendimento.

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