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02 Março de 2020 | 14h23 - Actualizado em 02 Março de 2020 | 14h22

Responsável sugere reforço na fiscalização dos projectos

Luanda - O Programa de Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza deve ser reforçado com o acompanhamento e fiscalização dos projectos para que as acções sejam direccionadas para o bem das comunidades.

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A sugestão é do coordenador nacional do grupo técnico de Combate à Pobreza, Miguel Pereira, que falava à margem reunião com os administradores municipais no quadro do Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza, que visa implementar acções destinadas aos grupos em situação de extrema pobreza, promoção do desenvolvimento sustentável e integrado das comunidades.

Fez saber que cada município recebe anualmente 300 milhões de kwanzas e o encontro desta segunda-feira permitirá orientar os administradores a encaminhar os valores para acções de combate à pobreza, dando ênfase a prioridade de cada região.

“Há muitos problemas nos municípios e muitas vezes não se dá prioridade ao essencial, o que muitas vezes acontece é generalizar todas as preocupações, o que dificulta a sua implementação”, disse.

O técnico adiantou que a questão de empoderamento preocupa o sector pois pretendem que , o programa tenha inclusão produtiva em que as famílias possam obter renda a partir destes projectos, para haver sustentabilidade.

O encontro que reúne administradores dos 164 municípios do país para avaliar o  Programa de  Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza, foi aberto pela ministra de Estado para os assuntos Sociais, Carolina Cerqueira

O programa envolve acções no domínio da agricultura, comércio, indústria, transformação e criação de infra-estruturas rurais para que as comunidades tirem aproveitamento da terra e sejam sustentáveis.

Para o administrador municipal de Icolo e Bengo, Miguel de Almeida, as maiores preocupações da sua circunscrição prende-se com a educação, saúde e vias de acesso para o escoamento dos produtos.

Salientou que o programa é viável e tudo farão para a sua execução plena.

Mbambi dos Santos, administrador do Curoca, diz que as populações daquela localidade enfrentam muitos problemas que serão colmatadas com o realinhamento do programa de combate à pobreza.

Destacou os domínios da educação, saúde, energia  e vias de acesso como as prioridades da região.

O Executivo Angolano definiu como prioridade a redução do impacto da pobreza extrema de 36 para 25 por cento, o que corresponde a três milhões de cidadãos da condição de pobreza de 2018 a 2022.

Comparativamente aos anos 1990 a 2015, a redução do impacto da pobreza foi de 69 para 36, 6 por cento.  

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