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15 Agosto de 2020 | 09h04 - Actualizado em 15 Agosto de 2020 | 11h33

Angolanos desaparecidos regressam a casa

Cabinda - Quatro cidadãos nacionais residentes em Cabinda, que estavam desaparecidos há sete meses, após incidente em alto mar, regressaram esta semana àquela província.

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Alberto Francisco Nhito, João Domingos, André Talamaco e Celestino Campos desapareceram em Novembro de 2019, quando faziam viagem de negócio, no percurso Soyo/Cabinda, numa embarcação de fabrico artesanal carregada de mercadorias.

Os mesmos foram surpreendidos por mau tempo e arrastados até às águas marítimas da Guine Equatorial, tendo sido dados como mortos pelos respectivos familiares.

Conforme uma nota do gabinete institucional e imprensa da Delegação Provincial do Ministério do Interior, chegada à  ANGOP, nesta quinta-feira, após o conhecimento do incidente, foram contactadas as capitanias dos Portos do Soyo e de Cabinda.

À época foram realizadas várias buscas, sem sucesso, até surgir a comunicação de que quatro indivíduos tinham sido resgatados pelas autoridades marítimas da Guiné Equatorial.

A nota refere que os quatro  cidadãos nacionais ficaram à deriva em alto mar cerca de 25 dias, contra todas as vicissitudes e intempéries, e após o resgate permaneceram naquele país sete (7) meses e em coordenação com a Embaixada de Angola na Guiné Equatorial.

Nessa conformidade, foram criadas as condições necessárias, tendo, no dia 6 de Julho do ano em curso, os mesmos chegado ao país.

Face à crise da Covid-19, os cidadão foram submetidos à quarentena institucional e testes da SARS-COV2 na Guiné e Luanda, e esta quarta-feira, pelo voo humanitário de  retorno de cidadãos desta província que ficaram retidos em Luanda, chegaram a Cabinda e foram entregues às suas famílias.

Os incidentes marítimos na rota Soyo/Cabinda e vice-versa envolvendo  embarcações de fabrico artesanal são muito recorrentes.

Incidente do género registou-se no dia 9 de Julho de 2018, quando cinco pescadores rumaram de Cabinda para as águas do mar do Soyo para pescar numa embarcação artesanal e depois de uma avaria no motor de popa ficaram a deriva durante 22 dias.  

Assuntos Província » Cabinda  

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