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13 Outubro de 2020 | 13h56 - Actualizado em 13 Outubro de 2020 | 13h56

Zaire: Conclusão das obras inacabadas obedece a prioridades - ministro

Mbanza Kongo - O ministro das Obras Pública e Ordenamento do Território, Manuel Tavares de Almeida, solicitou esta terça-feira, em Mbanza Kongo, ao Governo Provincial do Zaire à definição de prioridades para a conclusão dos projectos inacabados na região.

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Ministro das Obras públicas e Ordenamento do Território, Manuel Tavares de Almeida

Foto: António Escrivão

Falando num encontro de balanço com os membros do governo local, no quadro da sua visita de 24 horas ao Zaire, o ministro reforçou que as actuais limitações financeiras do país exigem a definição de critérios com base a prioridades na execução de obras públicas.


O governante respondia a uma exposição feita pelo governador local, Pedro Makita Armando Júlia, sobre um conjunto de obras inacabadas em toda a extensão do Zaire, muitas delas datam há cerca de 12 anos.

O ministro reafirmou, na ocasião, a vontade de continuar a trabalhar com outras instituições do aparelho do estado na mobilização de recursos financeiros para concluir os projectos elencados.

Entre as obras inacabadas referenciadas pelo governador do Zaire, o destaque recai para o palácio de justiça, em Mbanza Kongo, lançadas em 2010 e paralisaram em 2012, assim como o hospital geral, que começou a ser construído em 2014 e viu também os trabalhos paralisados, em 2017.

Pedro Makita Júlia referiu-se também ao projecto da estrada nacional (EN120), que liga Mbanza Kongo ao município do Cuimba, numa extensão de 92 quilómetros até ao posto fronteiriço da comuna de Luvaka, com a RDC.

Neste particular, o dirigente do Zaire lembrou que este troço já conheceu duas consignações, sendo uma em 2007, à empresa EMCICA, Lda, ao passo que a segunda foi em 2017, à empreiteira TEA, mesmo assim sem avanços nos trabalhos.

Os 111 quilómetros do troço Mbanza Kongo/Madimba até à localidade de Lukunga, província do Uíge, também foram citados no memorando apresentado pelo governador do Zaire, frisando que os trabalhos iniciados em 2014 foram interrompidos em 2018, quando a execução física rondava já os 75 porcento.

As razões avançadas na altura, segundo ainda o governante, era de que o material que estava a ser utilizado não reunia a qualidade necessária.

A conclusão da estrada Soyo/Pedra do Feitiço, das obras das centralidades de Mbanza Kongo e do Soyo, novo aeroporto de Mbanza Kongo, bem como as infra-estruturas complementares da cidade património mundial, Mbanza Kongo, mereceram ainda destaque na exposição apresentada.

A delegação do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território trabalhou no Zaire durante 24 horas, onde consignou a empreitada de reabilitação e asfaltamento da via de acesso ao município do Nóqui, numa extensão de 104 quilómetros.

O projecto, subdividido em duas frentes de trabalho, está consignado a duas empresas, nomeadamente Tecnovia-Angola e Engevia, com custos globais avaliados em 66 mil milhões, 43 milhões, 292 mil e 381 kwanzas, incluindo a construção de três pontes de betão no referido itinerário.
 

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