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10 Junho de 2010 | 10h11 - Actualizado em 10 Junho de 2010 | 10h54

Ministro quer comboio na fronteira Leste do país

Transportes

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Lobito - O ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, solicitou quarta-feira, nesta cidade, ao novo conselho da administração do Caminho-de-Ferro de Benguela maior entrega e determinação nos trabalhos tendo em conta a necessidade de fazer chegar  o comboio ao município do Luau, província do Moxico.

De acordo com o governante, que falava na cerimónia de apresentação da direcção do conselho de administração do CFB, empossada nesta quarta-feira em Luanda pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Júnior, o Caminho-de-Ferro de Benguela constitui a “mola impulsionadora” para o desenvolvimento económico do país.

Destacou a importância do funcionamento pleno no processo de integração económica dos países da região Austral de África.

Lembrou o facto da interligação do Caminho-de-Ferro de Benguela com o antigo Zaire (actual RD Congo) e Zâmbia ter permitido constituir, nas décadas de 1960 e 1970, mais de oitenta porcento dos rendimentos da companhia.

"O Executivo angolano, liderado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, quer, que a curto ou médio prazo, estes níveis de rendimentos do CFB sejam alcançados, para o desenvolvimento da economia e do bem-estar das populações", realçou.

O titular dos Transportes apelou aos trabalhadores do CFB a cooperarem com a nova direcção da empresa, liderada por José Carlos Gomes, de modo a tornar realizáveis todas as tarefas, sobretudo as de reabilitação da linha-férrea numa extensão de mais de mil e 304 quilómetros, isto é da cidade do Lobito ao município do Luau (região fronteiriça com a Zâmbia), província do Moxico.

Na mesma vertente, apelou à nova direcção da empresa a prestar maior atenção na formação, apoio social e melhoria dos salários dos trabalhadores da companhia em função dos rendimentos e da realidade económica do país.


 
Por seu turno, o presidente do conselho da administração do CFB, José Carlos Gomes, na sua primeira intervenção, defendeu a necessidade de se fazer um levantamento urgente sobre o andamento das obras de reabilitação da linha-férrea.

O Caminho-de-Ferro de Benguela, construído pela administração colonial portuguesa no princípio do século XX, visou essencialmente o escoamento de minério e outras mercadorias dos países como RDCongo e Zâmbia para os países da Europa, através do Porto Comercial do Lobito.

O CFB, que passou à titularidade exclusiva do Estado angolano em 2001, depois de ser gerido por uma administração estrangeira é uma das empresas angolanas que mais foi atingida pelo conflito armado.

Fruto da paz que o país vive desde 2002, o Governo já reabilitou cerca de 400 quilómetros dos 1304 quilómetros que compreendem a extensão ferroviária do CFB.

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