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18 Janeiro de 2018 | 21h33 - Actualizado em 18 Janeiro de 2018 | 21h33

Boeing enaltece potencial da aviação civil angolana

Luanda - As potencialidades do sector da aviação civil angolano e as qualidades da TAAG, distinguida na oitava posição do ranking africano, foram hoje (quinta-feira) destacadas pelo representante da Boeing para África e Médio Oriente, João Santos.

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Interior do Boeing 777-300 ER da TAAG

Foto: Pedro Parente

Em entrevista à Angop, o responsável sustentou a classificação da companhia angolana de bandeira com a “solidez” da sua frota (13 aviões) e os destinos em que opera (25), ligando-se regularmente com países de África, Europa, Ásia, Américas e Oceânia, além das rotas doméstica.

Falando à margem da Conferência Internacional sobre Aviação Civil, que decorreu durante dois dias em Luanda, João Santos destacou igualmente a operacionalização, no mercado nacional, de companhias de elevada cotação mundial em matéria aeronáutica.

Considerou que a TAAG está com boas conexões com a Namíbia, África do Sul (Joanesburgo e Cape Town) e Moçambique, mas poderia operar também para a Zâmbia, Congo, Zimbabwe, Camarões e Gabão para aumentar a cobertura regional.

O director geral da Boeing para a África Subsariana e director comercial de vendas para a África Austral defende  haver necessidade de se substituir a actual frota para fazer face ao crescimento e exigências do sector, a nível internacional, assim como adquirir o mais rápido possível dois novos 737 para o mercado doméstico, que vem registando anualmente maior fluxo migratório.

“A maioria dos aviões 737 da operadora já têm 11 anos, acarretando custos de combustível e de manutenção cada vez mais elevados, pelo que urge a necessidade de se pensar no futuro da companhia”, justificou.

Admitiu, em termos gerais, haver enorme potencial em África, faltando as companhias serem melhor administradas e lideradas pelas entidades reguladoras, como o INAVIC em Angola, que possam dar segurança aos crescentes passageiros de classe média.

Adiantou que, nas previsões da Boeing, África necessita de mil e 220 aviões para os próximos 20 anos, 25 mil pilotos e 21 mil engenheiros mecânicos que devem começar já a ser treinados.

Na oportunidade, o interlocutor minimizou as avarias registadas, na semana passada, em duas aeronaves da TAAG, como “mera coincidência”, por acontecer em qualquer parte do mundo e nem sempre por falta de manutenção.

Tratam-se de um B777-300 da TAAG que, desde dia 12 do presente, está a ser restaurado, em Lisboa, depois de uma das rodas ter incendiado e um Boeing737-700, forçado a efectuar uma aterragem de emergência, dia 13, em Luanda, na sequência de uma avaria técnica após descolagem.

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