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04 Novembro de 2019 | 16h37 - Actualizado em 04 Novembro de 2019 | 17h05

Venda de casas retoma este mês

Luanda - O processo de venda de casas nas várias centralidades do país retoma este mês (Novembro), anunciou hoje a ministra do Ordenamento do Território e Habitação, Paula de Carvalho.

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Uíge: Pormenor da centralidade do Quilomosso (arq)

Foto: Lino Guimarães

Na província do Cuanza Sul serão comercializadas este mês (Novembro) as primeiras casas da centralidade Quibuala, enquanto para as províncias de Luanda e Benguela as vendas recomeçam em Dezembro.

 “O arranque das vendas das residências é um processo que continua. Teremos para breve vendas na província do Cuanza Sul e no mês de  Dezembro  teremos  Benguela e Luanda”,  afirmou Paula de  Carvalho.

Em Luanda  estão previstas  vendas de novas habitações nas centralidades do Zango 0 (Vida Pacífica, com dois mil e 464 fogos habitacionais de tipologia T3 e T4 e do Zango 8.000, com oito mil fogos habitacionais.

As últimas vendas de casas em Luanda foram feitas em Outubro de 2018, nas centralidades do Zango 8.000, que disponibilizou mil e 839 moradias para os funcionários públicos, 788 a trabalhadores de empresas públicas e privadas.

A governante disse que continua a ser  revista a política de preços das centralidades já habitadas, lembrando que o valor pago actualmente pelos moradores conta com a subvenção do Estado.

“ O estudo está praticamente  concluído e a qualquer  momento  iremos  dar a conhecer,   no sentido de vermos a mensalidade  mais  baixa, porque  vamos também estender  o tempo de  compra”,  sublinhou.

A redução do preço e prorrogação do tempo vai  abranger  apenas  os proprietários  que  adquirem as residências pela  via da renda  resolúvel e  não para os casos  de arrendamento.

A conclusão a tempo das  infra-estruturas externas, como estradas, estações de tratamento de  águas residuais e outras acções  tem  inviabilizado a entrega das residências  à população.

O Executivo tem como meta, até 2022, apresentar 72 instrumentos do Ordenamento do Território para a melhoria das infra-estruturas habitacionais, incluindo a criação de cidades inteligentes.

O  Programa Nacional de Urbanismo e Habitação tem definido, no seu mapa de reservas fundiárias, 220 mil e 771,62 hectares para fins habitacionais.

Deste  número,  12 por cento estão delimitados para o interesse público, 11,5 destinados para o público e privados, oito para as cooperativas, 68, 5 à auto-construção dirigida e 200 fogos por cada município do país.

Fazem parte a requalificação e ou renovação urbana, a regularização fundiária e aldeamentos rurais auto-sustentáveis.

A implementação do Programa Nacional de Desenvolvimento para o quinquénio 2018/2022, no domínio do Ordenamento do Território e Habitação, contempla a disponibilização de lotes de terreno para habitação e serviços de proximidade, como forma de promover o ordenamento e a qualidade das novas áreas residenciais.


 

Assuntos Habitação  

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