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17 Outubro de 2019 | 17h48 - Actualizado em 18 Outubro de 2019 | 10h44

Angola trabalha para integração regional e continental

Luanda - O ministro do Comércio, Joffre Van-Dúnem, reiterou hoje, quinta-feira, em Luanda, que Angola está a trabalhar para honrar os compromissos assumidos e integrar a sua economia nos mercados regionais da SADC e do continente.

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Como prova deste compromisso, o titular do Comércio apontou  trabalhos que estão a ser feitos para a redução da burocracia do registo de exportações e importações (REI) e a implementação, em curso, da Janela Única do Comércio Externo, após a aprovação, este ano, do Acordo de Facilitação da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Outro  passo  dado, no quadro dos compromissos assumidos por Angola, foi a criação do Comité Nacional de Facilitação do Comércio.

Em fase de “aceleração “, de acordo com Joffre  Van-Dúnem, que falava na cerimónia de lançamento do Estudo sobre a Diversificação das Exportações de Angola, é a integração regional da economia nacional na região da SADC, no continente e no mundo, em geral.

Em relação ao bloco regional da SADC, o ministro do Comércio disse ter sido elaborada a oferta aduaneira, documento que, após a aprovação pela Assembleia Nacional, será submetido às autoridades da mesma instituição.

No âmbito da integração regional, informou que um acordo está em negociações com os países vizinhos, nomeadamente Namíbia, Zâmbia, RDC e outros, para questões relativas ao comércio fronteiriço.

“ Estamos a  realizar  visitas de Estado com o sector privado, procurando dinamizar o comércio intra-africano”, avançou.

 Guiché das exportações

A abertura do Guiché Único de Exportação está a ser tratada a nível do Comité de Facilitação do Comércio.

Segundo o ministro, o comité está a identificar a base que vai servir para se trabalhar na abertura do referido guiché.

“Para o efeito, é preciso que os diferentes departamentos ministeriais que correrem para as exportações tenham uma base única e, para tal, é necessário desenvolver-se ainda um trabalho”, admitiu.

Mas, conforme o governante, o guiché poderá abrir  no primeiro trimestre de 2020, devido à sua complexidade.


Oportunidade para empresários

No encontro, o secretário de Estado do Planeamento, Sérgio Santos, considera a desvalorização do Kwanza uma oportunidade para os empresários exportarem as suas mercadorias.

Outro factor que deve ser aproveitado é a mão-de-obra nacional que, nos últimos anos, tem sido uma das mais baratas, em termos de custo.

“Vamos girar o país em torno das exportações, para alavancarmos a economia”, augurou o responsável,  defendendo a necessidade da elaboração de um  guia de apoio às exportações para os empresários.

Com a concretização dos planos e programas traçados, o número de empresários voltados para a exportação poderá aumentar.

Coreanos a caminho

O encarregado de negócios da Embaixada da Coreia, Joohoon Kim,  referiu que, com o lançamento do Estudo sobre a Diversificação das Exportações de Angola,  fica reforçada a cooperação entre os dois países.

Para Joohoon Kim, a estabilidade macroeconómica e a promoção das leis sobre o investimento privado evidenciam a promoção da melhoria do ambiente de negócios.

Anunciou a realização de uma missão, para breve, em Angola, de empresários, coreanos, que pretendem  investir no sector da agricultura, indústria, pesca, construção naval, energia, siderurgia, entre outras áreas sociais.


 

Assuntos Comércio   Economia  

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