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28 Maio de 2020 | 19h29 - Actualizado em 28 Maio de 2020 | 19h29

Falta de financiamento dificulta actividade empresarial

Menongue - A falta de financiamento e a burocracia no tratamento de documentos para a legalização de empresas junto do INAPEM afiguram-se como principais dificuldades dos jovens empreendedores no Cuando Cubango, afirmou, nesta quinta-feira, o coordenador dos jovens empreendedores, Domingos Luanda.

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Em declarações à ANGOP no final da assinatura do memorando de entendimento entre o Instiuto Nacional de Apoio às Mico, Pequenas e Médias Empresas (NAPEM) e as empresas locais, no âmbito da implementação das medidas de apoio financeiro de alívio económico, Domingos Luanda disse ser necessário que o Estado Angolano trace políticas de financiamento para os jovens, de modos a criar ideias renovadoras, viradas ao auto-emprego e não só.

Em resposta, o director do Gabinete Económico e Desenvolvimento Integrado do Cuando Cubango, Roberto Biwango, explicou que o impacto negativo da pandemia da covid-19 constitui um acentuado choque no tecido macroeconómico do país, em particular naquela província.

“Tal desiderato afectou, fortemente, as empresas, famílias. Por esta razão, o governo angolano, mesmo com tais dificuldades, vem traçando políticas de apoio financeiro destinadas a todos os agentes económicos”, assegurou.

Para o responsável, além da potencialização dos empresários, outra solução para o desenvolvimento do sector produtivo do Cuando Cubango passa, necessariamente, pela recuperação das estradas e garantir melhor circulação de pessoas e bens.

"Vinte e cnco empresas assinaram o memorando, razão que se traduz numa equação no tecido de desenvolvimento, permitindo  mais um momento de realização da justiça social distributiva a favor do reforço da capacidade de produção e do emponderamento do empresariado local", apontou.

Com a assinatura deste memorando de entendimento entre o INAPEM e as empresas, consignado nos termos do Decreto Presidencial, Roberto Biwango pediu aos empresários mais responsabilidade, comprometimento e honestidade na prestação das cláusulas contratuais expostas.

Na sua intervenção, a representante do INAPEM na província, Verónica Longuenda, referiu ser um parceiro titular, estratégico e fundamental do Ministério do Comercio e da Agricultura  no domínio do financiamento e apoio ao crédito, daí a sua articulação de forma institucional.

Recordou que as medidas de alívio económico são da iniciativa do governo, aprovadas em Abril, e que visam acudir as micro, pequenas e médias empresas com dificuldades, resultantes do confinamento social forçado para conter a propagação do Coronavírus, contando com um pacote financeiro de 488 mil milhões de Kwanzas.

Em relação aos insumos, assegurou que existem sete empresas com mais de três anos no mercado empresarial, que aderiram ao programa e com elas vão trabalhar no sentido de disponibilizarem os produtos.

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