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04 Agosto de 2020 | 19h43 - Actualizado em 04 Agosto de 2020 | 19h43

Projecto “Chitanda" beneficia mais de 1500 pessoas na Huíla

Lubango - Mil e 519 pessoas, entre famílias vulneráveis, pequenos agricultores e horticultores estão a beneficiar de forma directa do projecto "Chitanda", em curso nos municípios de Chicomba e Jamba, província da Huíla.

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Huíla: Famílias beneficiam de programa de resiliência

Foto: Morais Silva

 O projecto "Chitanda", que em Umbundu significa negócio ou Praça, tem uma duração de dois anos e seis meses e visa fortalecer a resiliência dos sistemas alimentares, melhorar a segurança alimentar e nutricional, melhorando a produção, o acesso ao mercado, a renda familiar e  aconsciência nutricional das comunidades, através de financiamentos e distribuição de inputs agrícolas.

Trata-se de 900 famílias em situação de vulnerabilidade, 360 pequenos agricultores, 180 horticultores, 15 pequenas e médias empresas, 24 funcionários do departamento de agricultura local e 40 pertencentes ao sistema de saúde, que estão, nesse quadro, a ser capacitados para melhorar o seu desempenho.  

Segundo o seu gestor, Abnego Chivinda, o programa está orçado em 777 mil e 778 euros financiados pela União Europeia, no quadro do Programa de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional em Angola (FRESAN) e está a ser implementando pela Organização People in Need, nas comunas do Quê e Cutenda (Chicomba), assim como no Dongo (Jamba).

Em declarações hoje à ANGOP, Abnego Chivinda, avançou que o projecto foi lançado em Fevereiro do ano em curso e tem um período de execução de 30 meses, avançando que pretendem alcançar indirectamente outras 230 mil pessoas.

Segundo a fonte, ainiciativa contempla quatro vertentes, sendo a primeira a incidir sobre a produção, processamento, marketing e nutrição, que visa o aumento da capacidade de produção dos pequenos agricultores, com formações sobre boas práticas agrícolas e inovadoras, bem como os métodos de agricultura inteligente, que está em curso.

A segunda etapa, continuou, incide sobre as tecnologias agrícolas melhoradas que vão ser introduzidas nas pequenas e médias empresas, e a terceira tem o foco na melhoria das capacidades de ligações do mercado, entre os pequenos agricultores, empresas com o comércio regional e numa última área vão aumentar a capacidade dos autores locais para a promoção de boas práticas de nutrição.  

A implementação do projecto começou em Fevereiro, mas com a decretação do Estado de Emergência no mês seguinte algumas acções tiveram de ser adiadas, estando actualmente a 15% da execução, disse a fonte.

“Fizemos apenas o diagnóstico das zonas de intervenção com as autoridades locais e ainda não fazemos a linha de base do projecto, que deve ser cumprida em breve”, explicou.

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