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16 Setembro de 2020 | 22h27 - Actualizado em 16 Setembro de 2020 | 23h20

Reino Unido quer alargar áreas de cooperação

Luanda - O Governo do Reino Unido reiterou, nesta quarta-feira, o apoio a Angola nas áreas de construção, energia renováveis, infra-estruturas e extração mineira.

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Reino Unido: Detalhe da cidade Londrina

Foto: Gentileza de Adolfo Luemba

O compromisso foi assumido em Londres, pelo ministro para Exportações do Reino Unido, Graham Stuart, que disse pretenderem, ainda, cooperar na área do ensino e educação, um sector chave para o desenvolvimento do país.

Actualmente, os dois países cooperam em áreas como a agricultura, transporte, construção e comércio. As trocas comerciais entre os dois Estado já atingiram 878 milhões de libras, com a maquinaria a ser nota dominante das exportações britânicas.

O Reino Unido está a apoiar para a construção de dois hospitais nas províncias de Luanda e Cabinda, resultado da parceira entre os dois países. Trata-se de um hospital Materno-infantil e um Instituto de Hematologia, que vai proporcionar centenas de camas.

A maquete foi desenhada e planificada em conjunto, entre os parceiros do Reino Unido e angolanos.

A cooperação entre a República de Angola e o Reino Unido da Grã Bretanha e Irlanda do Norte é regulada à luz do Acordo Geral de Cooperação, assinado em 1986.

Conforme o ministro Graham Stuart, que intervinha num webinar sobre "Infra-estrutura Resiliente e Industrialização Sustentável", promovida pela Academia Santa Cantaria (ASC), o seu Governo quer reforçar e aprofundar as parcerias estabelecidas entre os dois países.

De acordo com o governante, os provedores do Reino Unido da área de educação estão disponíveis para contribuir no melhoramento dos conhecimentos e das habilitações dos trabalhadores deste sector em Angola.

Acrescentou que, à medida que o Reino Unido abre novo caminho para si, com o "Breaking City", estará  também livre da União Europeia e, em contrapartida, prevê desenvolver  relações muito mais estreitas com Angola e outros parceiros.

"O Departamento do Comércio Internacional pretende contribuir para a expansão de operações em vários sectores em Angola, como educação, medicina e extração mineira", apontou.

Sugeriu, por outro lado, que o Governo angolano ratifique o Acordo de Paris sobre o Clima.

O recente pedido da República de Angola para se juntar à Commonwealth também foi exaltado pelo governante britânico.

"Estamos à procura de parceiros em várias áreas, e estamos satisfeitos com o vosso pedido recente de se juntarem à Comanuelweht", reforçou.

Considerou uma idade de ouro para aprofundar e abrir várias oportunidades no continente africano.

"Este  é o momento de agarrar com ambas as mãos todas as oportunidades, neste  mundo em franca mutação", asseverou Graham.

A embaixadora do Reino Unido em Angola, Jéssica Hand, que também interveio na webinar, disse haver mais confiança na relação entre os dois países, nos últimos anos.

"Há relação de entendimento mútuo. Uma forte vontade mostrada entre ambos os países, sobretudo no domínio  do comércio", apontou a diplomata.

Por sua vez, o ministro dos Transportes, Ricardo D’Abreu, referiu que neste período é necessário a implementação de planos fortes pós-covid-19 e juntar-se  ao Reino Unido para  apoiar os objectivos económicos traçados.

Segundo o governante, o impacto da Covid-19 é dramático, apontado a recessão económica.

No seu entender, é  o momento do país aprontar-se  para o “novo normal” e  assegurar a estabilidade da economia  angolana.

“Estamos abertos para partilhar ideias e juntar-se ao Reino Unido, para que Angola e África  possam tirar o seu proveito e ter a sua posição de destaque”, augura o governante.

O encontro contou ainda com a participação do representante da Fund Management, Barack Jean Craven, e o presidente da Comissão Executiva da Angola Cables, António Nunes.

Assuntos Angola  

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