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21 Setembro de 2019 | 00h06 - Actualizado em 20 Setembro de 2019 | 17h43

Resenha Cultural: Bienal de Luanda marca semana

Luanda - A realização da primeira edição da Bienal de Luanda -Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, cujo encerramento está previsto para este domingo, 22, marcou a semana cultural que hoje, sábado, termina.

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Dezasseis países africanos e outros da Europa e América do Sul foram convidados para participar no evento, que teve como destaques um festival de culturas, fóruns da mulher, da juventude, de ideias e de parceiros, entre os quais Egipto, Marrocos, Etiópia, Quénia, Ruanda, Mali, Nigéria, Cabo Verde, República do Congo, RDC, Namíbia, África do Sul, Brasil e Itália.  

Ao longo da semana, fez ainda manchete noticioso o apelo da ministra da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, para a necessidade da conjugação de esforços e de vontades para o desenvolvimento sustentável do continente africano.

Para a responsável, que falava na cerimónia de abertura da Bienal de Luanda-Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, os governantes, intelectuais, estudantes, investigadores, entre outros, devem reforçar a interactividade e as acções para a busca de mais e melhores caminhos para o alcance de uma paz douradora em África.

Musicalmente, foi destaque noticioso o Festival Internacional de Música do Sumbe (FestiSunbe) que teve lugar nos dias 15 e 16, na capital da província do Cuanza Sul.

Em dois dias de jornada, o palco montado na Marginal do Sumbe testemunhou as exibições de artistas nacionais, entre os quais a duplla YoBass, Vui Vui, Sandocam, Pérola, Calabeto, Nagrelha, Yannick Afromam, Big Nelo, Ary, Puto Português, Kyaku Kyadaff, Cage One.

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