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18 Setembro de 2019 | 17h11 - Actualizado em 18 Setembro de 2019 | 17h10

Turistas sugerem redução de preços nos hotéis do Sumbe

Sumbe - Turistas nacionais e estrangeiros sugeriram, nesta quarta-feira, no Sumbe, o aumento da rede hoteleira e a redução dos preços de hospedagem, como forma de se atrair mais pessoas na edição de 2020 do Festival Internacional da Música no Sumbe "FestiSumbe".

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Hotel Ritz na cidade do Sumbe

Foto: Joaquim Tomás

A escassez de espaços de acomodação e os preços elevados na cidade do Sumbe obrigaram a que muitos farristas procurassem aposentos no município do Porto Amboim, cerca de 60 quilómetros do Sumbe.

Um dia antes, 14, e no próprio da realização do espectáculo dezenas de turistas andavam à deriva à procura de espaço para se acomodarem, em função da lotação registada nos hotéis, hospedarias e resortes,  alguns dos quais reservados com mais de 15 dias de antecedência.

Em declarações à Angop, alguns turistas deram nota positiva a organização, mas criticam os preços exagerados praticados nos hotéis, atendendo a situação económica do país.

Job José, que veio da província do Huambo, avança que não se pode permitir que um hotel cobre 25 a 50 mil kwanzas/dia, contra os 15 a 18 mil praticados antes do inicio do evento.

Para si, é necessário que se tracem políticas no sentido de se tornar os preços de acamodação menos onerosos ao bolso dos turistas.

O cidadão sugere que a organização do evento passe trabalhar em sintonia com os fiscais da hotelaria e turismo e Polícia Económica para que situações do género não voltem a registar-se nos hotéis, pensões, resortes e casas de hospedagem.

Braz Catumbela, da província vizinha de Benguela, adiantou que o grande problema foram os preços praticados nos hotéis, sugerindo o resforço da fiscalização na próxima edição.

É de opinião que deve-se construir mais hotéis e estabelecerem-se preços mais competitivos e, se possível unificados.

Comungando da mesma opinião, Francisco Edgar, de Luanda, considera ter havido exagero e um aproveitamento por parte dos responsáveis da rede hoteleira local.

A propósito, o representante do complexo Turístico Mar Sol, Márcio Setas,  frisou que a unidade hoteleira sempre trabalhou para satisfazer os anseios dos seus clientes e neste período não houve aumento dos preços, por considerar errado e desnecessário.

O hotel Mar Sol cobrou entre 15 a 20 mil kwanzas/dia, também considerados exorbitantes pelos visitantes.

Já fonte do Resorte Marulha, inaugurado recentemente, justificou o aumento de  preços a subida de outros produtos e de bens serviços.

A rede hoteleira da provinda é constituída por 331 unidades hoteleiras e similares e 108 unidades complementares, 205 restaurantes, 1.950 quartos, 20.298 camas para a acomodação.

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