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28 Fevereiro de 2020 | 18h44 - Actualizado em 28 Fevereiro de 2020 | 18h57

Angola regista quatro homicídios ano por cem mil habitantes -PN

Menongue - Angola regista uma média anual de 4,8 homicídios por cada 100 mil habitantes, uma cifra abaixo do padrão estabelecido pela Organização das Nações Unidas.

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Cuando Cubango: Efectivos da Polícia de Guarda-Fronteira

Foto: Amandio Miguel Morais

Cuando Cubango: Ministro do Interior, Eugénio Laborinho

Foto: Amandio Miguel Morais

A informação foi avançada esta sexta-feira pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, durante o acto central do dia da Polícia Nacional (PN), que se assinala hoje (28 de Fevereiro), em todo o país.

No evento, que teve lugar no Estádio Municipal de Menongue, o governante referiu, igualmente, que a média anual de crimes em Angola ronda os 74 por cada mil habitantes, pelo que considerou a situação da segurança pública estável.

Relativamente aos homicídios, sublinhou que as Nações Unidas consideram endémica quando a taxa anual alcança uma média acima de dez homicídios por cada 100 mil habitantes.

É com base neste pressuposto que Eugénio Laborinho aferiu do ponto de vista estatístico que o nível de criminalidade violenta registado em Angola é reduzido, alertando que, apesar destes indicadores, o fenómeno constitui preocupação para a Polícia, por induzir o sentimento de insegurança nos cidadãos.

Durante a cerimónia, o ministro do Interior defendeu, ainda, a necessidade de a corporação prosseguir com as medidas operativas, para reduzir os índices de criminalidade.

“Se os marginais evoluem nas suas técnicas e “modus operandi”, a Polícia Nacional também tem de evoluir”, frisou o governante ao advogar maior capacitação e reorganização do sistema de ensino nas escolas de policiais.

Defendeu, de igual modo, uma aposta na formação de agentes polivalentes, acreditando que desta forma a Polícia terá um efectivo melhor preparado para fazer frente à criminalidade.

Comandante-geral advoga melhoria salarial

No mesmo acto, o comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, apontou como principais desafios da corporação a implementação de um estatuto remuneratório compatível à exigência dos serviços policiais, bem como a melhoria da assistência médica e medicamentosa.

Paulo de Almeida prometeu continuar com o combate às práticas indecorosas no seio dos efectivos da Polícia Nacional, para quem os 44 anos de existência da corporação foram dedicados à implantação das estruturas policiais em todo território nacional, a sua organização e funcionamento.

O comandante-geral da PN enalteceu, igualmente,  as relações de amizade e de cooperação com as polícias de Portugal e da Namíbia.

Governador enaltece parceria com PN  

Na condição de anfitrião, o governador do Cuando Cubango, Júlio Bessa, elogiou o que considerou “excelente relação” entre as administrações municipais e a Polícia Nacional.

O governador daquela província fronteiriça defendeu o aumento da presença policial, sobretudo, da Polícia de Guarda-fronteira, nas zonas limítrofes.

Em alusão ao quadragésimo-quarto aniversário da Polícia Nacional,  actos semelhantes foram realizados hoje nas províncias da Lunda Sul, do Zaire, Uíge, de Cabinda, Malanje, do Cuanza Sul, da Huíla e da Lunda Norte.

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