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13 Julho de 2020 | 19h39 - Actualizado em 13 Julho de 2020 | 19h38

Administradores suspensos respondem em tribunal por peculato

Caxito - O administradores dos municípios do Ambriz, José Domingos Muginga da Silva e dos Dembos, Mateus Domingos Manuel, foram constituídos réus em processos separados que correm os seus trâmites na Secção Única da Sala dos Crimes Comuns do Tribunal da Comarca do município do Dande.

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Bengo: Administrador municipal do Ambriz, José Domingos Muginga da Silva

Foto: Mário Francisco

Segundo apurou a Angop no Bengo, José Domingos Muginga da Silva, responde no processo nº 07-E/20, pelo qual foi acusado e pronunciado pela prática do crime de peculato. 

Já Mateus Domingos Manuel responde no processo n.º 144-J/19, em que constam igualmente os réus Ageu Adão Baptista, Francisco Domingos Sozinho, Fragoso António e Bernardo Domingos João, também funcionários públicos, pela prática dos crimes de peculato e falsificação.

Na semana finda, a governadora do Bengo, Mara Quiosa, suspendeu os dois administradores das funções em obediência ao Código de Processo Penal, depois de o despacho de pronúncia ter passado em julgado, o que os torna inábeis para o exercício de funções públicas.

No governo do Bengo, Mateus Manuel Diogo já exerceu o cargo de administrador municipal do Dande e director provincial dos Transportes, Correios e Telecomunicações do Bengo, enquanto José Muginga da Silva foi director do Instituto Médio Politécnico Kimamuenho, director provincial da Juventude e Desportos e director provincial dos Transportes e Correios e Telecomunicações do Bengo.

Em Junho, o Procurador-Geral adjunto da República para a região norte, João Luis Freitas Coelho, esclareceu que existem processos onde estão a ser investigados crimes de natureza patrimonial e financeira no Governo Provincial, mas que a governadora do Bengo, Mara Quiosa, não estava visada no processo.

Assuntos Província » Bengo  

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