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25 Março de 2020 | 21h44 - Actualizado em 25 Março de 2020 | 21h45

Covid-19: Mercados restringidos a bens essenciais

Luanda - Os comerciantes dos mercados informais da província de Luanda passam, nos próximos dias, a vender apenas produtos alimentares e bens indispensáveis à população, para reduzir ao máximo os aglomerados nesses locais, face a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

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Mercados Informais

Foto: Clemente dos Santos

Sérgio Luther Rescova, Governador provincial de Luanda

Foto: Francisco Miudo

A informação foi avançada nesta quarta-feira à imprensa pelo governador provincial de Luanda, Sérgio Luther Rescova, que apelou os comerciantes e a população  a obedecer as regras das autoridades sanitárias, velando pela higienização individual e colectiva dos espaços públicos.

A medida, face a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), do Governo Provincial de Luanda (GPL), enquadra-se no Plano de Contingência Nacional, que visa prevenir o impacto da pandemia mundial e reduzir o risco de contágio dessa doença.

Segundo o governante, os mercados informais devem funcionar de acordo com as regras das autoridades sanitárias, mantendo o distanciamento de pelo menos um metro entre compradores e vendedores, bem como a reduzir a actividade comercial única e simplesmente na venda de produtos essenciais.

Aventou a possibilidade de se fechar alguns mercados de Luanda, caso a situação do Covid-19 se agrave no país.

Quanto aos transportes públicos, o governante assegurou que iniciou neste mesmo dia, em todos os municípios de Luanda a sensibilização aos taxistas, condutores de autocarros e moto-taxistas, com vista o cumprimento obrigatório da redução pela metade da lotação de cada veículo.

"Hoje já começamos a limitar e reduzir o número de passageiros nos transportes públicos, com vista a prevenir-se do Covid-19", reforçou.

Distribuição de água em Luanda

Em função da escassez de água em algumas zonas da capital do país, o secretário de Estado para as Águas, Lucrécio Costa, tranquilizou a população, prometendo repor a distribuição regular nos próximos.

Para os bairros que ainda não têm ligações domiciliar de água potável, o dirigente afirmou que o sector está a trabalhar no sentido de fornecer o precioso liquido através de camiões cisterna.

Nos últimos dias, o abastecimento de água em algumas zonas da capital do país continua a ser um problema para os munícipes, numa altura em que se assinala quinta-feira, 26 de Março, o Dia Mundial da Água.   

Assuntos Saúde  

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