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02 Junho de 2020 | 14h05 - Actualizado em 02 Junho de 2020 | 14h04

Aumentam casos de malária no Lobito

Lobito - As autoridades sanitárias do município do Lobito, na província de Benguela, registaram, no primeiro trimestre deste ano, 31 mil e 974 casos de malária, mais 10 mil e 309 em relação ao igual período de 2019, soube hoje, terça-feira, a ANGOP.

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Enfermeira atendendo uma paciente com malária

Foto: Fotos de Frank Beu

Segundo o chefe de secção municipal da saúde pública no Lobito, Simão Tchissococua, dos 31.974 casos diagnosticados 17 resultaram em óbito, com uma redução de três mortes comparativamente aos meses de Janeiro a Março de 2019.

O responsável sanitário referiu que a causa principal do aumento dos casos de malária é o débil saneamento básico no município do Lobito, ou seja, as valas e a acumulação de lixo na cidade e periferia, o que leva a multiplicação do mosquito que provoca a doença.

Para colmatar a situação, Simão Tchissococua pediu à população no sentido de realizar  campanhas de limpeza nas ruas, assim como evitar amontoados de lixo e águas estagnadas.

De igual modo, no município da Catumbela, litoral da província de Benguela, os casos de malária tendem a aumentar nos últimos tempos. Em média, as autoridades sanitárias registam diariamente mais de 60 casos da doença.

De acordo com o chefe em exercício da repartição municipal da Saúde, Baltazar Gourgel Bettencourt, apesar da ligeira tendência de aumento, a mortalidade nas unidades hospitalares é muito baixa.

“O município não registou nenhum óbito por malária este ano, mas isto não é motivo para baixarmos a guarda”, frisou, salientando que as autoridades continuam a aconselhar a população a fazer o uso correcto do mosquiteiro, que protege da picada do mosquito.

Além da malária, a situação epidemiológica no município da Catumbela é ainda marcado por doenças respiratórias agudas, má nutrição e hipertensão arterial.

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