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20 Junho de 2019 | 17h42 - Actualizado em 20 Junho de 2019 | 17h42

Governador quer vigilância redobrada aos objectivos estratégicos

Cabinda - O governador de Cabinda, Eugénio Laborinho, defendeu, nesta quinta-feira, para que se redobrem as medidas de vigilância e protecção das infra-estruturas estratégicas, como forma de evitar as acções de vandalismo e de sabotagem.

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Rio Lucola- Principal fonte hídrica de captação de água da ETA1

Foto: Pedro João

Governador de Cabinda-Eugénio Laborinho

Foto: Angop

Eugénio Laborinho reagia desta forma contra a vandalização da Estação de Tratamento e Captação de Água do Lucola – ETA1, na zona de Lucola, onde supostos grupos de marginais arrancaram os cabos de energia que alimentam o empreendimento, provocando a sua paralisação.

"Não podemos admitir que actos de género aconteçam em locais estratégicos como esses, onde existem elementos de protecção e segurança e até mesmo das forças da ordem, cujo objectivo é garantir e assegurar que nada aconteça, como prejuízos no seu  funcionamento", disse.

Acompanhado pelo secretário provincial de energia e águas, Rafael Paca, o governador de Cabinda, que visitou a infra-estrutura,  disse que estes actos não podem repetir-se e pediu a tomada de medidas de responsabilização para as equipas que protegem a ETA1, com vista a averiguar os motivos da vulnerabilidade e dos danos causados.

Na madrugada de quarta-feira um grupo de supostos marginais vandalizaram os cabos que alimentam as bombas de captação da ETA1, provocando a paralisação dos equipamentos e consequente o corte no fornecimento de água numa parte da cidade de Cabinda.

Como áreas visadas foram o Palácio do governo local, Hospital Provincial de Cabinda e o Bairro Lombo.

Às 14 horas do mesmo dia (quarta-feira), a situação voltou a normalidade após a intervenção de técnicos da empresa Atelcab, contratada pelo governo da província, que instalou novos cabos.

Esta é o primeiro caso de vandalismo a um empreendimento estratégico em Cabinda.

O município sede conta actualmente com as estações de captação de água do Lucola- ETA1,  Chimindelo, Caio, Fortaleza, Madombolo e Chiweca, que produzem no seu conjunto mais de 700 metros cúbicos/hora de água para a cidade de Cabinda e arredores.

Assuntos Província » Cabinda  

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