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31 Janeiro de 2020 | 13h44 - Actualizado em 31 Janeiro de 2020 | 17h43

ERCA reitera rigor da ética jornalística

Luanda - A Entidade Reguladora da Comunicação Social Angolana (ERCA) recomenda aos jornalistas e apresentadores de espaços noticiosos a reportarem os factos com o devido contraditório, evitar juízos de valor, condenações antecipadas e incentivos directos ou subliminares a práticas proibidas pela legislação em vigor.

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A recomendação surge devido ao facto de o Conselho Directivo da ERCA ter tomado conhecimento de afirmações muito sensíveis feitas, recentemente, pelo apresentador Salú Gonçalves, no programa “Fala Angola”, da TV Zimbo, que configura claramente o incentivo à violência contra determinada comunidade estrangeira residente em Angola.

Segundo uma nota da instituição enviada hoje (sexta-feira) à Angop, para a ERCA, tal postura constitui violação aberta de todas as normas e princípios que regulam a liberdade de expressão e de imprensa em Angola.

O Conselho tomou, igualmente, nota do pedido de desculpas, feito, a posterior, numa outra edição do mesmo programa, o que acaba por ser um reconhecimento de gravidade do seu desempenho.

Lembra não ser a primeira vez que a ERCA recebe queixas contra a postura do principal apresentador do referido programa, que se destaca pela emissão de frequentes juízos pejorativos e unilaterais, o que constitui violação dos princípios éticos e deontológicos da actividade jornalística.

O Conselho Directivo da ERCA recorda que não é papel dos apresentadores de espaços noticiosos enveredar pela judicialização de pessoas envolvidas em eventuais conflitos que cheguem à imprensa, o certo é que o papel de Juiz é reservado aos tribunais.

Acrescenta que objectividade, rigor, imparcialidade e isenção devem estar sempre presentes no exercício da comunicação social, como estipula a lei.

Assuntos Jornalismo   Sociedade  

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