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28 Janeiro de 2020 | 16h10 - Actualizado em 28 Janeiro de 2020 | 17h17

Jornalistas formados sobre novo paradigma da acção social

Luanda - Jornalistas de diversos órgãos foram hoje (terça-feria) esclarecidos sobre o novo paradigma da acção social, num seminário organizado pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (Masfamu).

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Foto de família dos jornalistas formados sobre o novo paradigma da Acção Social promovido pelo Masfamu

Foto: Francisco Miúdo

Ao intervir na sessão de abertura, o secretário de Estado para Acção Social, Lúcio Amaral, disse que com o seminário dá-se inicio ao processo de criação e consolidação de uma plataforma de diálogo com os medias, onde os jornalistas se engajam como actores principais das questões sociais que afectam grupos vulneráveis (idosos, mulheres, crianças e pessoas com deficiência).

Acrescentou que o novo paradigma de intervenção do Masfamu privilegia a expansão da municipalização da acção social, onde os Centros de Acção Social Integrado (CASI) servem de porta de entrada dos cidadãos em situação de vulnerabilidade para acederem aos distintos serviços sociais de base.

Salientou ser preciso maior divulgação das suas acções para orientar os cidadãos sobre os benefícios e apoios disponíveis, onde as administrações municipais jogam um papel preponderante face a desconcentração e descentralização dos serviços.

Por seu turno, o coordenador do grupo técnico da Unidade de Acompanhamento e Supervisão do Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza, Miguel Pereira, disse que a sua instituição está a trabalhar na idealização de programas e projectos locais que têm impacto nas comunidades.

Referiu que cada município recebe mensalmente 25 milhões de kwanzas para executar os projectos direccionados na agricultura, pescas, comércio, transformação local e reabilitação de vias para elevar o padrão de vida dos cidadãos.

Já a directora nacional das Políticas Familiares, Santa Ernesto, apelou ao diálogo e as boas práticas para que as famílias vivam em harmonia, desencorajando práticas menos abonatórias.

Para o director do Instituto Nacional da Criança, Paulo Kalesi, os jornalistas devem promover os direitos dos menores, contribuindo na compreensão das atitudes sociais em relação a elas e promover cultura favorável à infância.

O seminário visou munir os jornalistas de conhecimentos para melhor abordagem dos temas sociais, numa altura em que o Executivo continua a implementar vários projectos virados aos mais vulneráveis.

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