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28 Janeiro de 2020 | 17h02 - Actualizado em 28 Janeiro de 2020 | 17h01

Responsável destaca especialização do jornalismo social

Luanda - A especialização do jornalismo social constituiu uma necessidade cada vez mais premente para o cumprimento cabal do seu papel de informar, promover conhecimento, atitudes e comportamentos.

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Celso Malavoloneke - secretário de Estado da Comunicação Social

Foto: Francisco Miúdo

Esta afirmação foi feita hoje, terça-feira, em Luanda, pelo secretário de Estado da Comunicação Social, Celso Malavoloneke, quando discursava na cerimónia de encerramento do seminário sobre “ O novo paradigma da acção social”, dirigido a jornalistas de diferentes órgãos de comunicação social, numa promoção do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (Masfamu).

Sublinhou que os profissionais da comunicação social têm de ter um certo grau de especialização da matéria, porque em seu entender um “mero” jornalista generalista já se torna insuficiente para tratar de matérias sociais que vão assumindo níveis, cada vez mais, elevados de complexidade.

Acredita que esse facto foi um dos motivos que motivou o Masfamu a realizar esta formação, para se fazer coberturas jornalísticas mais profícuas e de acordo com as exigências da sociedade.

Para tal, ressaltou, os profissionais de comunicação social têm de estudar e compreender pelo menos dois factos: os contornos do novo paradigma de acção social implementado pelo Executivo e os instrumentos metodológicos da implementação deste paradigma, respectivamente.

Referiu, por outro lado, que o Executivo continua a implementar programas e projectos virados à inserção social dos mais vulneráveis.

Já a directora nacional dos Direitos da Mulher, Igualdade e Equidade do Género, Júlia Quitócua, defendeu a necessidade da criação a nível do país de centros de acolhimento para pessoas vítimas de violência doméstica para melhor atendimento e aconselhamento.

Em declarações à Angop, à margem do seminário sobre “ O novo paradigma da acção social”, ressaltou que a criação dos centros facilitará o processo de atendimento e sigilo profissional das vítimas de violência doméstica.

“Estes locais servirão ainda de abrigo temporário para que as vítimas de violência doméstica não voltem para a casa do agressor enquanto recebem atendimento médico, psicológico e aconselhamentos”, reforçou.

Durante o encontro, os participantes abordaram temas como “ O contributo da comunicação social na mitigação do risco social”, “ Municipalização dos serviços sociais e expansão dos Centros da Acção Social Integrados (CASI)”, “ Prevenção e combate à violência doméstica” e “A importância da promoção dos valores na família e na sociedade”.

Assuntos Jornalismo  

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