Maravilhas de Angola

Angola situa-se na parte ocidental da África Austral. Cheio de Maravilhas

A Fauna

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Em Angola, conhecem-se inúmeras espécies espalhadas por várias regiões. Na floresta do Maiombe, em Cabinda, habitam gorilas, chimpanzés e papagaios. Nas zonas naturais mais húmidas do norte, centro e leste, podemos observar o golungo, a palanca negra gigante, uma espécie endêmica no mundo e em vias de extinção, a seixa e os elefantes. Já nas regiões mais secas, aparecem a cabra de leque, o guelengue do deserto ou orix, o gnú, a impala, a chita, o búfalo, e igualmente o elefante, a zebra e a girafa. Animais mais ou menos comuns a todo o território são a hiena, a palanca vermelha, o leão, o leopardo e o hipopótamo.

Na fauna marítima  existem igualmente uma enorme variedade de peixes e de mariscos, que se encontram também nos rios, onde, a par destes, podemos ver também crocodilos ou jacarés.

Os Principais Rios

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O principal rio de Angola é o Kwanza, que dá o nome à moeda nacional. Dos seus mil quilómetros de longitude, apenas 240 são navegáveis. Seguem-se o Kubango (975 quilómetros), o Cunene (800) e, por fim, na lista dos quatro principais rios do país, o Zaire (150), sendo este último, todo ele navegável.

Os rios angolanos oferecem oportunidades para a implementação de negócios de interesse turístico ou mistos do tipo comércio-turismo ou ainda a prática do eco-turismo.

Recursos Minerais

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Angola é um país potencialmente rico em recursos minerais. Estima-se que o seu sub-solo albergue 35 dos 45 minerais mais importantes do comércio mundial, entre os quais se destacam o petróleo, gás natural, diamantes, fosfatos, substâncias betuminosas, ferro, cobre, magnésio, ouro e rochas ornamentais.

Turismo

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Com a aprovação do Plano Director do Turismo de Angola de 2011-2020, a 12 de Outubro de 2011, pela Comissão Permanente do Conselho de Ministros, o Ministério da Hotelaria e Turismo entra num novo ciclo de actuação, centrando-se na implementação de uma estratégia que se pretende sólida, diferenciadora e capaz de afirmar os valores, os activos histórico-culturais e a riqueza natural, que compõem o património turístico de Angola.

Com as acções perspectivadas para o sector, espera-se a criação de um milhão de postos de trabalho directos e indirectos, estima-se uma receita de cerca de quatro biliões de dólares americanos, aumento significativo do peso do sector no Produto Interno Bruto e 4,6 milhões de turistas nacionais e internacionais, indicadores muito importantes para a concretização dos objectivos definidos e resultados esperados.

Religião

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Em Angola existem várias religiões organizadas em igrejas ou formas análogas. Dados fiáveis quanto aos números dos fiéis não existem, mas a grande maioria dos angolanos adere a uma religião cristã ou inspirada pelo cristianismo. Cerca da metade da população está ligada à Igreja Católica, outra parte a uma das igrejas protestantes introduzidas durante o período colonial: as baptistas, as metodistas e as congregacionais, além de comunidades mais reduzidas de protestantes reformados e luteranos. A estes há que acrescentar os adventistas, os neo-apostólicos e um grande número de igrejas pentecostais.

 Há, finalmente, duas igrejas do tipo sincrético, os kimbanguistas, com origem na República Democrática do Congo e os tocoistas, que se constituíram em Angola em 1949, ambas com comunidades existentes em todo o país. É significativa, mas não passível de quantificação, a proporção de pessoas sem religião. Os praticantes de religiões tradicionais africanas constituem uma pequena minoria, de carácter residual, mas, entre os cristãos, encontram-se com alguma frequência crenças e costumes herdados daquelas religiões. Há apenas 1 a 2 por cento de  muçulmanos, quase todos imigrados de outros países (sobretudo da África Ocidental).

Cultura

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Uma das grandes mais-valias de Angola é sem dúvida a sua cultura em todas as suas manifestações. A música angolana, tanto a tradicional (semba, rebita), como a dita moderna (kizomba, kuduro, zouk) tem sabido trilhar o seu caminho, já com alguma projecção internacional.

Existem alguns instrumentos tradicionais que importa mencionar, que fazem parte da riqueza cultural e tradicional angolana, como o batuque, o kissange e a marimba. Já o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, dizia, num dos seus poemas: “À marimba e ao kissange, ao nosso Carnaval, havemos de voltar".

As danças tradicionais extremamente ritmadas têm também lugar de destaque, não deixando ninguém indiferente.

O carnaval é sem dúvida uma das expressões culturais a seguir com um conjugar harmonioso de música e dança, como o semba, varina, cabetula, kazucuta e cabecinha.

Em termos de artesanato, Angola tem muito a oferecer.

O artesanato em madeira é talvez o que tem mais expressão (pau-preto, pau cinza, pau rosa, panga-panga), mas existem ainda outros materiais que são explorados com muita mestria, como o barro, a mateba (fibra de palmeira), bronze, marfim e chifre.

População

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O Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgou no passado dia 23 de Março, os Resultados Definitivos do Recenseamento Geral da População e Habitação (RPGH-2014), realizado entre 16 à 31 de Maio de 2014 em todo território nacional. A população angolana é constituída actualmente por 25 milhões 789 mil e 24 habitantes, dos quais seis milhões 945 mil e 386 vivem na capital do país.

A população de Angola é maioritariamente de origem bantu. Entre estes, destacam-se os ovimbundus, os kimbundus e os bakongos.

Mas existem outros grupos étnicos minoritários como os Koysan (no sudoeste do país).

A língua oficial é o Português e existem cerca de 42 línguas, sendo que o Kimbundu, o Umbundu, o Kicongo, o Tchokwe as mais abrangentes.