Terça, 01 de Dezembro de 2020
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Covid-19: Presidente sul-africano optimista quanto a resposta ao coronavírus


02 Agosto de 2020 | 11h26 - Actualizado em 03 Agosto de 2020 | 11h57

Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa (arquivo) Foto: Cortesia de SACII

Pretória (Da correspondente) - O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, disse na noite de sábado que após ter registado aumentos de infecções diárias de casos de covid-19, nos últimos meses o país começou a registar certa estabilização.


O Estadista afirma que, nas províncias do Cabo Ocidental, Gauteng e Cabo Oriental, parece que se está a notar uma certa estabilidade nos contágios.

Numa mensagem divulgada na noite de sábado, o Presidente diz que, embora possa ser muito cedo para se tirar conclusões firmes, nota-se que as medidas de prevenção que os sul-africanos implementaram estão a ter efeito.

A intervenção presidencial teve como pano de fundo, o facto de a África do Sul ter ultrapassado a cifra de meio milhão de contágios confirmados, ao totalizar as 503 mil 290 infecções por covid-19.

Actualmente, prossegue a mensagem presidencial, a taxa de recuperação é de cerca de 68%, enquanto que a mortalidade causada pela pandemia permanece em 1,6%, significativamente abaixo da média global.

Explica que embora a África do Sul tenha o quinto maior número de contaminações por covid-19 no mundo, "temos apenas o trigésimo sexto (36º) maior número de mortes na proporção da populacional”.

Antes do advento da epidemia na África do Sul, ressalta, o governo havia traçado uma estratégia para responder de maneira rápida e abrangente, com o propósito de proteger o maior número possível de vidas.

O Presidente lembra ainda que o confinamento nacional conseguiu atrasar a propagação do vírus por mais dois meses, impedindo um aumento repentino e descontrolado de infecções no final de Março último.

Se os sul-africanos não tivessem agido em conjunto para travar esse resultado, “o nosso sistema de saúde estaria sobre carregado em todas as províncias o que resultaria numa dramática perda de vidas", notou o Chefe de Estado.