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Ministra do Ambiente destaca importância da criação de novos parques


26 Outubro de 2011 | 20h23 - Actualizado em 26 Outubro de 2011 | 20h23

Proposta de Lei


Luanda – A criação dos parques nacionais de Luengué e Mavinga serão bem vindas para Angola, bem como aos países da SADC, tendo em consideração que as referidas áreas integram-se numas das mais vastas regiões transfronteiriças do mundo, afirmou hoje, em Luanda, a ministra do Ambiente, Fátima Jardim.

A ministra apresentava a proposta de Lei para criação de parques nacionais de Mavinga, Maiombe e Luengué para a sua aprovação, na generalidade, durante a II sessão plenária da Assembleia Nacional (AN).

Na sua intervenção, frisou que a criação dos parques de Mavinga e Luengué vai privilegiar os interesses nacionais e internacionais, no que toca a conservação e uso sustentável dos recursos biológicos e de partilha de benefícios para o interesse das populações locais.

Relativamente ao parque do Maiombe, frisou que a sua criação tem como objectivo o protecção, preservação e conservação da diversidade biológica da floresta do Maiombe, respeitando deste modo os compromissos internacionais assumidos por Angola em matéria de ambiente, nomeadamente o memorando celebrado entre o país e os dois Congos.

Os parques nacionais do Luengué e Mavinga localizam-se na província do Kuando Kubango, onde cobre a reserva parcial de Luiana, partes das coutadas públicas de Longa-Mavinga, Luengué, Luiana e de Mucusso, numa superfície de aproximadamente 22.610 quilómetros quadrados.

Já o parque nacional do Maiombe está localizado na província de Cabinda, na floresta do Maiombe, e tem uma superfície de 1.930 kilómetros quadrados.

Participaram na II sessão plenária da Assembleia Nacional, orientada pelo seu Presidente António Paulo Kassoma, 192 dos 220 deputados, bem como membros do Executivo angolano.