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Ambientalistas defendem estudo ambiental


22 Abril de 2019 | 16h17 - Actualizado em 22 Abril de 2019 | 16h06

Malanje - Especialistas em meio ambiente defendem a realização de estudos de impacto ambiental antes da implementação de projectos de investimentos públicos, sobretudo industriais, para se prevenir a ocorrência de práticas e acções que prejudiquem o meio ambiente.


Em declarações à Angop por ocasião do 22 de Abril, Dia Mundial da Terra, que hoje se assinala, o especialista em meio ambiente Paulo Jorge disse ser necessário a definição de políticas coerentes e processos de fiscalização dos projectos antes da execução, como forma de se evitar que a actividade humana afecte a vida terrestre dos homens e animais.

Realçou, por outro lado, que o homem tem a missão de preservar a terra, bem como desenvolver acções em espaços e sítios adequados, sob pena de afectar o ecossistema.

“Os governos provinciais devem investir mais na preservação e partilhar cada vez mais as informações de como as pessoas devem lidar com o planeta terra e os recursos naturais nele existente", reforçou.

Por sua vez, Jovete Sapateiro destacou que a terra enquanto único planeta habitado pelo homem deve ser renovado, através da plantação de árvores, redução da produção de resíduos tóxicos e não só.

Alertou para o perigo e consequências do aquecimento global, nomeadamente o aumento da temperatura da terra, extinção de espécies animais, escassez de água potável, entre outros aspectos que podem resultar em catástrofes naturais, tempestades, secas e calor.

O 22 de Abril foi instituído como dia mundial da terra em 1970, pelo senador norte-americano Gaylord Nelson que resolveu realizar um protesto contra a poluição da terra, depois de verificar as consequências do desastre petrolífero de Santa Bárbara, na Califórnia, ocorrido em 1969.