Quarta, 25 de Novembro de 2020
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Covid-19: Aumento de casos adia feira de IENA - Alemanha


23 Outubro de 2020 | 18h50 - Actualizado em 29 Outubro de 2020 | 09h41

Márcio Simao (Esq) e Mavi Nguengo (Dir) - Inventores angolanos, habitués em feiras internacionais Foto: Pedro Parente

Luanda - A Feira Internacional de Ideias, Invenções e Novos Produtos (IENA), para a qual Angola já tinha inscrito, em Setembro, 19 projectos, alguns voltados ao tratamento da Covid-19, foi adiada por conta da subida do número de infectados naquele país europeu, que voltou a encerrar várias actividades.


Uma nota à imprensa, da comissão angolana indicada a participar do evento, que cita a Direcção da AFAG – Feiras e Exposições GmbH, de Nuremberga – República Federal da Alemanha, empresa gestora da Feira ee IENA, tornou público o cancelamento da edição número 72 da “IENA 2020”.
 
A presente edição estava marcado para de 29 de Outubro a 1 de Novembro deste ano.

Angola perspectivava participar com 19 projectos intrínsecos ao desenvolvimento de tecnologias integradas para sistemas de alerta relacionados com as cheias, aplicativos de natureza múltipla (relacionados com o sistema de segurança electrónica e processos de fiscalização de actividades hospitalares).

Outros projectos de Angola têm a ver com o apoio na sistematização dos processos de arrecadação de receitas no ambiente da economia informal. De igual modo, com alertas da covid-19, máscaras faciais reutilizáveis, assim como a proposta fitoterapêuticas para cura e imunização da referida pandemia.

Os projectos inscritos por Angola são da autoria de investigadores e docentes das Universidades Agostinho Neto (7 projectos), Metodista de Angola (6 projectos), inventores do Complexo Escolar Eliada (2 projectos), SEAKA - Casa de Caminho Andre Luiz (3 projectos) e Técnicos da Empresa I&IT – Investigação, Tecnologia e Inovação (1 projecto).

A República de Angola participa na iENA - Alemanha, desde 2009 e venceu um total de 79 medalhas, sendo 19 de ouro, 28 de prata e 32 de bronze, até 2019.  Com este adiamento, Angola pode interromper um ciclo de dez anos de participação ininterrupta.