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Angolanas entre as mais influentes da década


25 Setembro de 2020 | 23h48 - Actualizado em 25 Setembro de 2020 | 23h46

Luanda - A ex-basquetebolista Nacissela Maurício (evoluiu no 1º de Agosto) e Italee Lucas (jogadora do Interclube) figuram entre as 12 atletas mais influentes do continente africano dos últimos dez anos.


Segundo o sítio oficial da FIBA-África, que veiculou a informação, nesta sexta-feira, são alvo da distinção 12 jogadoras de oito países que influenciaram o movimento do basquetebol feminino a nível continental.

Não é a primeira vez, este ano, que basquetebolistas angolanos são distinguidos pelo órgão reitor da modalidade em África e no mundo.

Em Julho último, foram alvo de tal mérito, o extremo-base do Petro de Luanda, Carlos Morais, e o poste do 1º de Agosto, Eduardo Mingas.

Estes jogadores integraram o "top ten" dos africanos que mais se destacaram ao serviço das selecções e de clubes.

A indicação foi feita pela Federação Internacional de Basquetebol Associado (FIBA-África), de uma lista de 55 candidatos.

Na mesma ocasião, o base Armando Costa mereceu a menção honrosa da organização, citado como “um experiente organizador de jogo” que ajudou o seu clube, o 1º de Agosto, a conquistar cinco Taças dos Campeões de África.

As 12 jogadoras influentes:

Nacissela Maurício, Angola

Uma competidora incansável que se tornou o símbolo do basquetebol feminino angolano durante a maior parte dos últimos dez anos.

A atleta ajudou Angola a conquistar dois campeonatos africanos consecutivos (Afrobasket) em 2011 e 2013.

Nacissela aposentou-se há dois anos após lesões recorrentes no joelho. Actualmente trabalha como directora para o basquetebol no clube 1º de Agosto.

Italee Lucas, Angola
 
Lucas pode não ter ainda conseguido ajudar Angola a chegar ao pódio desde que se estreou na selecção nacional em 2017, mas seu sucesso com o Interclube é inegável.
 
Nomeada jogadora mais valiosa da FIBA em 2013, Lucas ganhou três títulos da categoria e tornou-se das mais importantes jogadoras de Angola nos últimos anos.
 
Leia Dongue, Moçambique
 
Leia nunca teve uma média inferior a 13 pontos por mais de 10 anos nas principais competições africanas e do mundo.
 
De 29 anos de idade, é um nome conhecido em toda a África. Foi nomeada para seis equipas All-Star da FIBA-África de 2012 a 2017 enquanto jogava pela formação do 1º de Agosto de Angola.
 
Dongue, que teve uma média de 15 pontos no Campeonato do Mundo, na Turquia, obteve duas distinções de MVP em 2014 e 2015.
 
A melhor cestinha do Campeonato Africano de 2019, regista uma média de 15,5 por jogo em cinco edições do Afrobasket, apesar de Moçambique não ter conquistado ainda um título continental.

Completam a  lista das 12 jogadoras mais influentes de África Astou Traore (Senegal), Ezinne Kalu (Nigéria), Meiya Tirera (Mali), Ramses Lonlack (Camarões), Mame Marie Sy (Senegal), Soraia Deghady (Egipto), Geraldine Robert (Gabão), Evelyn Akhator (Nigéria) e Naignouma Coulibaly (Mali).