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Investimento directo confere estabilidade ao país


21 Julho de 2011 | 20h30 - Actualizado em 21 Julho de 2011 | 20h30

Seminário


  

Luanda - A ministra do Comércio, Idalina Valente , afirmou hoje, em Luanda, que o investimento directo estrangeiro pode, pelo seu carácter mais duradouro, conferir maior estabilidade ao país receptor do que outras formas de investimento e fluxos de capitais.

O investimento directo estrangeiro pode contribuir não só para o crescimento económico, mas também para o desenvolvimento de um país, disse Idalina Valente na cerimónia de encerramento do seminário sobre Políticas de prevenção de controvérsias.

"A transferências de tecnologia de conhecimento e de práticas de gestão contribuem para o desenvolvimento das empresas nacionais, criando condições para geração de emprego e aumento das exportações", referiu a governante.

Por outro lado, o formador Romúlo Brillo sublinhou o momento actual do país ser importante para a economia angolana, pois, depois da conquista da estabilidade, o Governo está a negociar e a celebrar tratados internacionais com parceiros económicos e está a reformar e a promulgar leis internas que versam sobre a regulação do investimento estrangeiro.

Referiu que o investimento estrangeiro é importante para a estratégia de desenvolvimento de qualquer país e fundamental para Angola no seu objectivo de diversificar a economia.

Por isso, disse, " tivemos oportunidade de estudar a importância desses investimentos e também a complexidade e os problemas que podem gerar, desenvolvemos técnicas de melhor governação e de prevenção de controvérsias para que o país possa desfrutar dos benefícios desses regimes internacionais e ao mesmo tempo poupar os seus recursos", sublinhou.

O perito em formação do projecto TrainForTrade Angola, Nuno Fortunato, referiu que o projecto vai continuar durante o ano de 2012, prevendo-se, nos próximos meses,   formações nas províncias do Huambo e de Benguela.

Informou estar previsto, em colaboração com o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec) e com a Assembleia Nacional, a realização de um seminário sobre defesa do consumidor.

O programa TrainForTrade Angola é implementado pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (CNUCED).