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Ministro defende produção de vacinas veterinárias no País


13 Julho de 2018 | 17h52 - Actualizado em 13 Julho de 2018 | 17h52

Ministro da Agricultura e Florestas, Marcos Nhunga

Foto: Francisco Miúdo



Lubango - O ministro da Agricultura e Florestas, Marcos Nhunga, defendeu nesta sexta-feira, na província da Huíla, a produção interna de vacinas para animais, de modo responder às necessidades de imunização de animais que o país enfrenta.


Segundo Marccos Nhunga, que falava à imprensa no final de uma sessão da Comissão Económica do Conselho de Ministros, a não produção de vacinais no país tem sido um problema para o sector, que este ano teve uma necessidade de quatro milhões de doses.

Disse que enquanto esse desejo não se concretiza, as províncias da Huíla, do Namibe e Cunene serão priorizadas na distribuição de vacinas, por possuirem, no conjunto, a maior população de gado do país.

Dados de 2017 referem que Angola tem um efectivo bovino estimado em três milhões e 850 mil cabeças de gado.

Relativamente ao trabalho em curso para minimizar as consequências da seca na mesma região, o governante afirmou que o departamento ministerial tem em carteira um projecto de apoio à agricultura familiar

O referido projecto inclui a distribuição de kits, que poderão facilitar a criação de “chimpacas” para o abeberamento do gado.

No entanto, o arranque do projecto está dependente da chegada dos equipamentos que deverão estar no país nos próximos dois meses.

À saída da reunião, que decorreu na cidade do Lubango, província do Huíla, o governador do Namibe, Carlos da Rocha Cruz, afirmou que apresentou no encontro questões relativas ao troço Lucira/Benguela, Estrada Nacional número 100 e ao Hospital Ngola Kimbanda.

A unidade hospitalar, que recebe obras de reabilitação e ampliação desde 2012, poderá entrara em operação no próximo ano. Existe desde a década de 1960.