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Igrejas ilegais encerradas realizam cultos clandestinos na Huíla


01 Março de 2019 | 17h22 - Actualizado em 01 Março de 2019 | 17h22

Acto de encerramento de igreja ilegal Foto: FRANK BEU

Lubango - A Direcção Provincial da Cultura na Huíla começou, nesta sexta-feira, a notificar líderes religiosos de igrejas, que, apesar de terem sido encerradas em Dezembro último por ilegalidade, voltaram a realizar cultos de forma clandestina, desobedecendo uma ordem judicial.


As oito igrejas constam numa lista de 44 encerradas no âmbito da Operação Resgate, por exercem actividade à margem da Lei e em condições precárias de acomodação dos fiéis.

O chefe de departamento de cultura e arte e património do Estado, Bernardino Gabriel, que falava à Angop, referiu que já tinham sido encerradas, por não constarem das 94 legais no país, mas uma vistoria sem aviso prévio permitiu apurar que retomaram os cultos, infligindo a lei.

Bernardino Gabriel sublinhou que o departamento e outras forças envolvidas na operação, findo o processo de notificação, vão a partir de quarta-feira desencadear acções de encerramento definitivo.

Algumas destas foram apanhadas em flagrante pelo efectivo policial e outras denunciadas por populares, que afirmam estarem a perturbarem o silêncio da vizinhança por meio da poluição sonora, com cultos realizados em altas horas da noite.

Sem revelar os nomes de tais igrejas, disse que estão localizadas em Caconda, com uma, na Matala, com três, e quatro no Lubango.