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Gabinete da Cultura reforça acervo de bibiotecas municipais


19 Setembro de 2019 | 15h19 - Actualizado em 19 Setembro de 2019 | 15h19

Osvaldo Lunda, director provincial da cultura Foto: Amélia Oliveira

Lubango - Com a aquisição de um novo acervo bibliográfico com obras de carácter científico e literatura em modelo físico e digital, já encomendados, o Gabinete Provincial da Cultura quer, até 2022, aumentar o número de usuários fidelizados de bibliotecas municipais de 230 mil e 400 para 345 mil e 700/ano.


Dos 14 municípios da província da Huíla, apenas seis contam com bibliotecas que são geridas pelo Gabinete da Cultura e oferecem serviços gratuitos.

O objectivo do processo de renovação e reforço do acervo, quer de obras nacionais, como estrangeiras, é, segundo o director do sector, Osvaldo Lunda, despertar o interesse pela investigação através da pesquisa bibliográfica.

Disse estar em curso novas pesquisas para o campo da museologia, com vista a aumentar também o número de visitantes do Museu Regional da Huíla, de 95 mil e 677 ano, para 143 mil e 500 em 2022.

Osvaldo Lunda sublinhou que são missões onerosas, cujos custos fixam-se em 500 milhões de Kwanzas, mas que vão permitir atrair mais pessoas às consultas bibliográficas e visita ao museu.

Referiu que este factor passa necessariamente por capacitar quadros nos domínios de arquivo, biblioteca, museologia, património e acção cultural, recolha de informação sobre os monumentos e sítios.

Outra aposta, segundo a fonte, está ligada a promoção de feiras culturais e de artesanato para dar vazão as potencialidades artísticas produzidas localmente.

Os municípios de Chipindo, Quipungo, Caconda, Jamba, Gambos, Cuvango e Quilengues (Huíla) não possuem bibliotecas devido a situação conjuntural, contando apenas com os do Matala, Lubango, Cacula, Chicomba, Caluquembe, Chibia e Humpata.