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SADIA dá cartão de compras a filiados


03 Julho de 2020 | 23h28 - Actualizado em 03 Julho de 2020 | 23h28

Luanda - Com vista a dar maior dignidade aos associados, a Sociedade Angolana de Direito do Autor (SADIA) criou o "Fundo Cultura" e o "Cartão da Arte", no âmbito da responsabilidade social e cultural, para apoiar autores e artistas nacionais a partir do dia 08 deste mês.


Para dar cobro a este projecto de valorização e compensação aos fazedores de artes, existe um valor inicial de 10.000.000,00 Kz (dez milhões de Kwanzas), a serem geridos por três embaixadores, nos próximos dois anos, com a fiscalização da SADIA

“Nesta fase da pandemia covid 19, muitos Autores e Artistas que dependem de shows e outros eventos culturais para o seu sustento, viram as suas actividades paradas, e em consequência a isso enfrentam grandes dificuldades financeiras”, destaca uma nota da associação.

O documento explica que o “Cartão da Arte” é um projecto que consiste na atribuição de um cartão de supermercado, com saldo de 25.000,00 Kz (vinte e cinco mil Kwanzas) ou de 50.000,00 Kz (Cinquenta mil kwanzas) para os beneficiários comprarem bens alimentares.

Assim, esclarece o documento da referida instituição artística, os criadores contemplados no projecto poderão fazer compras  de produtos de primeira necessidade em supermercados identificados pela SADIA, tendo o Cartão da Arte, em principio, três fases, para um mês cada.

“Durante os próximos 3 meses, os cartões vão ser carregados automaticamente. No caso de a pandemia covid 19 continuar e os Artistas e Autores se mantiverem sem atividade e com dificuldades financeiras, a SADIA vai definir novas fases”, alerta a nota.

O cartão da arte, enfatiza, vai ser lançado no dia 8 de Julho e para beneficiarem do mesmo, os interessados deverão preencher um formulário que estará disponível no website www.sadia.ao.

“A intenção do Cartão da Arte é apoiar entre 1.000 (mil) a 4.000 (quatro mil) Autores e Artistas, sempre que possível, através dos vários projectos e acções ou projectos por se criar”, elucida o documento a que a Angop teve hoje acesso.