Terça, 26 de Janeiro de 2021
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Agência portuguesa de notícias desmente Clube K


20 Fevereiro de 2019 | 22h27 - Actualizado em 20 Fevereiro de 2019 | 22h27

Luanda - A Procuradoria-Geral a da República (PGR) e a agência portuguesa de notícias (Lusa) demarcaram-se das informações atribuídas ao ex-governante Higino Carneiro, nas quais, alegadamente, envolvia o MPLA em actos de corrupção nas últimas eleições gerais.


De acordo com fontes da PGR, segunda-feira (18), este órgão, depois de informações veiculadas pelo site Club-K, nas quais este site fazia referência a supostas referência de Higino Carneiro a actos de corrupção, durante o interrogatório na Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), desencadeou um conjunto de acções junto da Agência Lusa para aferir sobre a legalidade ou não daquela notícia.

A Agência Portuguesa de Notícias era citada como fonte primara da primeira matéria divulgada no site.
 
Por intermédio do seu correspondente em Luanda, José de Sousa Dias, a Lusa disse, quarta-feira, não ter noticiado, nem elaborado matéria alguma a este respeito.
 
O jornalista avançou que esta agência apenas passou declarações do advogado de defesa de Higino Carneiro, a desmentir tais afirmações atribuídas ao seu constituinte.
 
Em relação a assuntos do género, a directora da Lusa, Luísa Meireles, disse que inúmeras vezes teria sido contactada, em outras ocasiões, por individualidades, no sentido de retorquir e esclarecer sobre eventuais notícias falsas vinculadas por este site (Club-K Angola), tendo imputado a autorias a desconhecidos.