Quarta, 27 de Janeiro de 2021
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Resenha: Presidência do país no CPS da UA é destaque


07 Dezembro de 2019 | 13h43 - Actualizado em 09 Dezembro de 2019 | 08h32

Luanda - A assumpção por Angola, desde o dia 1 deste mês, da presidência rotativa (de um mês) do Conselho de Paz e Segurança (CPS) da União Africana (UA), constituiu o destaque do noticiário da semana que hoje, sábado termina.


O país foi eleito para o CPS em Janeiro de 2018. O seu mandato teve como ponto mais alto a realização, em Luanda, da reunião ministerial desse órgão.

Decorrida sob o lema "Reconciliação Nacional, Restauração da Paz, Segurança e Reconstrução da Coesão em África", a reunião enquadrou-se na estratégia de consolidação da paz e promoção do desenvolvimento sustentável.

Na abertura, o ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião, manifestou-se a favor da criação de instituições fortes e sustentáveis em África, para limitar a arbitrariedade e o abuso do poder.

Outro assunto de realce foi o encontro que o Presidente da República, João Lourenço, manteve com director do Instituto Tony Blair para Mudança Global.

Em declarações à imprensa, no final da audiência, Tony Blair, antigo primeiro ministro do Reino Unido, manifestou a intenção da sua organização trabalhar com o Governo angolano, na sequência das reformas políticas, económicas e sociais empreendidas pela actual governação, liderada pelo Presidente João Lourenço.

Ainda no quadro da agenda presidencial, o Chefe de Estado recebeu a embaixadora dos Estados Unidos em Angola, Nina Fite, com quem abordou questões relacionadas com a cooperação entre os dois países.

Em declarações à imprensa, a diplomata americana reafirmou o interesse recíproco de se reforçarem as relações de cooperação entre os dois países.

No decurso da semana, o Tribunal Provincial de Luanda determinou o arresto de 4 Turbinas GE TM2500 e de um conjunto de equipamentos, peças e consumíveis em posse da empresa Aenergy, SA.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o aresto dos bens surge na sequência de indícios de violação dos contratos celebrados com o Ministério da Energia e Águas (MINEA), através da PROBEL.

No âmbito político-partidário, fez manchete o II Colóquio Internacional sobre a História do MPLA, que abordou a trajectoria do partido do poder.

Na abertura, a vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, reiterou que o seu partido considera fundamental moralizar a sociedade, por constituir um dos pilares imprescindíveis para o progresso social e o desenvolvimento sustentável do país.