Terça, 26 de Janeiro de 2021
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FAA abre ano de preparação combativa 2020/2021


03 Março de 2020 | 08h20 - Actualizado em 03 Março de 2020 | 16h18

FAA arrancam com ano de instrução combativa (arquivo)

Foto: antonio Escivao



Luanda - O país registou segunda-feira a abertura do ano de preparação operativa, combativa e educativo-patriótica 2020/2021 das Forças Armadas Angolanas (FAA), com destaque aos actos que decorreram nas províncias do Bengo, Bié, Cabinda, Moxico e Huíla.


No Bengo, o acto teve lugar no município do Ambriz, tendo sido orientada pelo Chefe do Estado Maior das FAA, Egídio de Sousa Santos, que reiterou a necessidade de se dotar o efectivo de formação contínua, para que o país tenha uma defesa eficiente.

O general destacou a importância da preparação combativa na elevação dos níveis de formação e da técnica moderna adquirida pelo Governo.

Na província do Bié, o comandante da 4ª Divisão de Infantaria das FAA, António Valeriano, exigiu maior empenho na preparação e instrução combativa.

“Em tempo de paz é imperioso que as FAA estejam envolvidas no cumprimento do seu dever, voltado para a preservação da paz e defesa da integridade territorial”, sublinhou.

No mesmo quadro, na comuna de Dinge, em Cabinda, o comandante da Região Militar Cabinda, Amílcar David Etossi, considerou a instrução combativa a espinha dorsal do militar.

Para Amílcar David Etossi, o acto marca o início de um percurso de intensa actividade que envolve forças e meios, para a satisfação das necessidades de defesa do país.

No Moxico, o comandante da Região Militar Leste (RML), Carlos Sachimo, reafirmou o contínuo rejuvenescimento do efectivo das FAA, para manter a integridade territorial do país.  

Segundo Carlos Sachimo, a ideia do rejuvenescimento visa também alcançar altos padrões de desenvolvimento das tropas.

Na província da Huíla, o acto teve lugar no município da Matala, onde o comandante da Região Militar Sul, Fabiano Hihepa, exigiu aos oficiais o aperfeiçoamento dos métodos de instrução militar.

Na 60ª Brigada da 6ª Divisão de Infantaria Motorizada, Fabiano Hihepa alertou que o comando vai fiscalizar o cumprimento das obrigações, para aferir o grau de execução e respectivos resultados.

O ano de instrução decorre num período de dez meses e visa, entre outros aspectos, elevar a capacidade das unidades e sub-unidades militares, adequando-as às exigências e aos futuros desafios, para poderem reprimir potenciais agressões externas.