Quarta, 27 de Janeiro de 2021
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UNITA advoga alternância política em Angola


14 Março de 2020 | 21h23 - Actualizado em 14 Março de 2020 | 21h20

Adalberto da Costa Júnior, Presidente da UNITA

Foto: Joaquim Tomas



Sumbe - O presidente da UNITA Adalberto Costa Júnior afirmou hoje, na cidade do Sumbe, província do Cuanza Sul, que os estados democráticos só se assumem quando há alternância política para o bem de todos.


O presidente da UNITA fez esse pronunciamento durante o acto político de massas realizado na marginal da cidade do Sumbe, alusivo ao 54º aniversário do partido assinalado na sexta-feira (13).

Costa Júnior referiu que quando não existe alternância política num país não há democracia.

“Hoje não podemos aceitar o discurso da guerra, do ódio e da separação”, disse, recomendando maior trabalho para o combate a fome e a pobreza em Angola.

Para o líder, Angola não precisa da intervenção do Fundo Monetário Internacional porque tem capacidade financeira para resolver os problemas de carácter económico.

Anunciou que a UNITA está disponível para o diálogo transparente com o governo, onde se possam abordar assuntos que contribuíam para o desenvolvimento do país e o bem-estar de todos angolanos.

Para a UNITA, as autarquias locais constituem um instrumento político-administrativo por excelência para resolução dos problemas que afligem as populações.

As festividades dos 54 anos da fundação da UNITA celebraram-se sob o lema “Pela Cidadania, Alternância e Desenvolvimento”.

Durante o acto político foram homenageados o primeiro presidente da UNITA, Jonas Savimbi, e patriotas destemidos que deram o seu contributo no desenvolvimento do partido e na luta contra o colonialismo, como Samuel Piedoso Chingunji, David Jonatão, Jacob Inácio, Paulino Moisés, Lukamba Gato, general Numa e Ernesto Mulato.

Participaram no acto político de massas, membros do comité nacional do partido, deputados, delegados provinciais, membros da Jura, Lima e centenas de militantes do Cuanza Sul  e de províncias vizinhas.