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Covid-19: Angola agradece ajuda chinesa


26 Setembro de 2020 | 11h24 - Actualizado em 26 Setembro de 2020 | 11h24

Presidentes de Angola, João Lourenço, e da China, Xi Jinping Foto: Pedro Parente

Beijing - O Presidente angolano, João Lourenço, agradeceu, sexta-feira, a ajuda chinesa aos países africanos, particularmente a Angola, no combate à Covid-19.


Segundo escreve, este sábado, a agência oficial noticiosa chinesa Xinhua, João Lourenço expressou os seus agradecimentos ao longo da conversa telefónica, que manteve, na véspera, com o homólogo chinês.

A mesma fonte, citada em nota de imprensa da Embaixada de Angola na China, afirma que o Presidente angolano manifestou o interesse de “reforçar” a cooperação com a China em vários domínios, incluindo na área de vacinas.

O Presidente João Lourenço, ainda de acordo com a Xinhua, felicitou ao povo chinês pela comemoração do seu Dia Nacional, que acorre no intervalo de 1 a 7 de Outubro.

Ao mesmo tempo, acrescenta a fonte, o Presidente angolano reconheceu a China como a única grande potência que, em pouco tempo, conseguiu controlar eficazmente a pandemia do Covid-19.

Por seu turno, o Presidente Xi Jinping prometeu a João Lourenço que enviará a Angola, em breve, mais médicos e epidemiologistas para “reforçarem” o combate à Covid-19, ainda segundo a mesma fonte.

Num outro sentido, acrescente a nota da embaixada angolana, o Presidente chinês manifestou a sua disponibilidade de fortalecer as relações entre os dois países e povos.

A fonte precisa que o líder chinês prometeu ao homólogo angolano que  vai “encorajar” o desenvolvimento de uma cooperação “mais prática” e incentivar as empresas do seu país a investirem em Angola.

“Angola é um parceiro importante da China em África e as economias dos dois países complementam-se em função das potencialidades de cada um”, afirmou o chefe de estado chinês.

O líder chinês assegurou igualmente que a China está disposta a coordenar estreitamente com Angola em fóruns multilaterais e em assuntos internacionais.

Essa concertação visa, na perspectiva do líder chinês, salvaguardar a equidade e a justiça internacionais e defender o multilateralismo e os interesses comuns dos países em desenvolvimento.