Terça, 01 de Dezembro de 2020
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Administração de Viana esclarece demolições no Zango 5


12 Maio de 2020 | 17h59 - Actualizado em 12 Maio de 2020 | 17h59

Luanda - A Administração Municipal de Viana esclareceu hoje, terça-feira, que a recente demolição das casas pertencentes a Cooperativa Habitação Nascente das Águas da Epal, localizadas nas proximidades do Zango 5, deveu-se a transgressões administrativas.


A informação foi prestada em conferência de imprensa orientada pelo administrador municipal adjunto de Viana para a Área Técnica e Infra-Estruturas e Serviços Comunitários, Barnabé Raimundo.

Segundo o responsável, em 2019,  a cooperativa em causa direccionou uma petição ao Instituto de Geodesia e Cartográfico de Angola (IGCA) para a legalização do espaço e que, por sua vez, emitiu um requerimento a Administração de Viana a solicitar o parecer da cedência do espaço.

Assegurou, entretanto, que sem a devida autorização das autoridades do município de Viana as obras começaram a ser erguidas.

Indicou, por outro lado, que em função da transgressão administrativa cometida foi aplicada uma multa e paga depois, mas após a sua liquidação seguiam outros passos que essa instituição não cumpriu e preferiu continuar com as obras.

 Informou tratar-se também de um espaço em que o extinto Gabinete de Reconstrução Nacional (GRN) efectuou investimentos de infra-estruturas para levar a construção de casas para alojar a população do Morro da Luz.

O administrador adjunto assegurou que estão abertos para que se reponha a legalidade.

Por sua vez, a presidente da Cooperativa de Habitação Nascente das Águas da Epal, Joana Manuel, realçou que a inquietação desta instituição consiste no facto de as demolições serem feitas sem um aviso prévio.

Mostrou ainda que estão abertos para uma parceria com a Administração de Viana.