Terça, 01 de Dezembro de 2020
    |  Fale connosco  |   Assinante    
 

Sopemba constrói casas sociais para trabalhadores e famílias carentes


10 Junho de 2020 | 20h18 - Actualizado em 10 Junho de 2020 | 20h17

Marimba - Sessenta casas do tipo T3 estão a ser erguidas desde o mês de Fevereiro deste ano, na vila Ngola Muinga (município de Marimba), província de Malanje, pela fazenda Sopemba afecta ao grupo Miamop, com vista a albergar trabalhadores adstrito ao empreendimento e famílias carentes.


Em declarações hoje à imprensa, o administrador da fazenda, Terêncio Kapunga, avançou que o projecto de responsabilidade social do grupo contempla ainda a construção de um centro médico com seis salas para internamento, cinco laboratórios, morgue, entre outros serviços, assim como uma escola de 12 salas de aula do ensino secundário, que vai albergar 600 alunos.

Frisou que as obras, cujo termo está previsto para o próximo mês de Agosto, garantiram emprego a 64 jovens, que vivem nos arredores do projecto.

A fonte fez saber que o grupo Miamop construiu há quatro anos, na mesma povoação, 30 casas sociais onde residem funcionários com as suas respectivas famílias e um posto de saúde que conta com três enfermeiros que realizam consultas grátis.

A povoação conta ainda com uma loja comunitária e uma escola primária com cinco salas de aula. Os 47 alunos que frequentam o ano lectivo recebem diariamente merenda escolar e uma renda mensal de cinco mil kwanzas cada. 

Terêncio Capunga precisou que foram já investidos, desde a criação da Fazenda, cerca de 10 milhões de dólares norte americanos, valor gasto na implantação das áreas de produção, transformação, armazenagem e na construção da área social.

Os moradores daquela circunscrição mostraram-se satisfeitos com as condições de trabalho e de habitabilidade proporcionadas pelo grupo, uma vez que a fazenda garantiu empregos para a população que reside nas aldeias do Xiquita, Bula Saia e na sede do município de Marimba.

A fazenda Sopemba, afecta ao grupo Miamop, conta com uma área de 14 mil hectares e com uma força de trabalho de cerca de 500 funcionários, entre angolanos e expatriados.