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COVID-19: Governador pede unidade de acção


04 Abril de 2020 | 14h23 - Actualizado em 04 Abril de 2020 | 14h23

Adriano Mendes de Carvalho, Governador do Cuanza-Norte Foto: Francisco Miúdo

Ndalatando - O governador do Cuanza Norte, Adriano Mendes de Carvalho, pediu unidade de acção aos cidadãos para vencer a guerra contra a pandemia do novo coronavírus (covid-19), que assola o mundo e o país em particular.


Falando no acto restrito alusivo ao 4 de Abril – Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, o governante referiu que a celebração da data ocorre num momento em que o mundo enfrenta um “inimigo invisível”,  a covid-19, que está a atacar todos os países, sem excepção, independentemente  do seu estatuto  sócio-económico.

Acrescentou que a vitória sobre este “inimigo invisível” só será possível com o acatamento das recomendações das autoridades competentes sobre a observância das medidas de prevenção.

Fez saber que dentro das suas atribuições, o governo da província traçou um conjunto de acções, que vão desde a mobilização social, no sentido de prevenir e combater a pandemia que já vitimou milhares de pessoas em todo o mundo, incluindo dois angolanos.

Para o cumprimento desta missão, o governo local mobilizou 474 professorais de saúde, meios de biossegurança e 75 milhões de kwanzas para a aquisição de medicamentos e outros meios necessários a esta operação.

Afirmou que tal como no 4 de Abril de 2002, os angolanos reconciliaram-se para venceram a guerra, proclamando a paz, também devem unir-se mais uma vez, para lutarem contra este “inimigo invisível”.

O acto restrito que decorreu no “Hall” da sede do governo do Cuanza Norte, assistido por uns poucos membros deste pelouro e representantes de partidos políticos, foi antecedido pela deposição de uma coroa de flor no túmulo do soldado desconhecido no cemitério da Kipata, que serviu, igualmente, para homenagear as vítimas da covid-19.

Dados da Comissão Multissectorial Provincial de Prevenção à COVID-19, indicam a existência de 12 cidadãos em quarentena domiciliar com estado clínico estável, sendo 10 provenientes de países de risco e dois habitantes locais que mantiveram contacto com os mesmos.