Terça, 01 de Dezembro de 2020
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Angola: Trinta e um porcento das famílias angolanas possuem mosquiteiro tratado


08 Junho de 2017 | 11h50 - Actualizado em 08 Junho de 2017 | 11h49

Luanda - Trinta e um porcento dos agregados familiares em Angola possuem pelo menos um mosquiteiro tratado com insecticida de longa duração de acordo com dados do Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) 2015/2016 lançado pelo Instituto Nacional de Estatística.


De acordo com o documento, em relação à cobertura universal, apenas 11 porcento dos agregados familiares têm um mosquiteiro para cada duas pessoas residentes.

O inquérito realça que a percentagem de famílias que possuem um mosquiteiro tratado não apresenta grandes diferenças entre a área urbana (com 30 porcento) e a rural (com 32 porcento).

As grandes diferenças observam-se entre as províncias, sendo a do Huambo com 45 porcento e a do Namibe com 47 porcento as que têm maior percentagem de agregados familiares com mosquiteiros, enquanto a do Moxico, com oito porcento, possui a menor taxa.

Os mosquiteiros tratados com insecticida de longa duração desempenham um papel fundamental na prevenção e um importante método de controlo do vector responsável pela transmissão da malária.  

O Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) foi realizado entre Outubro de 2015 e Março de 2016 e faz parte da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Estatístico (ENDE) 2015/2025.

Para este trabalho, o INE contou com a colaboração do Ministério da Saúde (MINSA), assistência técnica do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), ICF Internacional, através do Programa de Inquéritos Demográficos e de Saúde (Programa Demographic and Health Survey-DHS) e do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), este último no que tange ao produto "Projecção da População 2014-2050".