Terça, 26 de Janeiro de 2021
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Ministra de Estado quer Natal Solidário como acção diária


14 Dezembro de 2019 | 15h20 - Actualizado em 16 Dezembro de 2019 | 11h37

Ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira

Foto: Gaspar dos Santos



Luanda - A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, afirmou, neste sábado, em Luanda, que o "Natal Solidário" deve multiplicar-se a nível do país em acções diárias de pessoas singulares e instituições.


Em declarações à ANGOP, à margem  do "Natal Solidário" com crianças autistas, Carolina Cerqueira disse que esta acção permitirá sentir a responsabilidade social dos cidadãos com  melhores condições financeiras.

Referiu que serve, igualmente, para levar alento, carinho, solidariedade e alegria às crianças com esse tipo de patologia.

Este gesto, de acordo com a governante, advém de uma Iniciativa Presidencial, segundo a qual este ano todas as instituições do Estado devem promover uma actividade de confraternização, solidariedade, amizade e troca de conhecimentos com as populações mais vulneráveis, entre as quais crianças e idosos abandonados.

Salientou terem escolhido as crianças autistas por ser um projecto a ser desenvolvido a nível do seu gabinete, para a inclusão e integração dessas crianças, com o apoio de pessoa singulares e colectivas.

“Estamos a conhecê-las e a trabalhar com o Centro da Associação Angolana de Pessoas Autistas e Transtornos Globais de Desenvolvimento. Vamos levar, certamente, uma série de informações que nos vão permitir continuar a levar a cabo acções para a  integração desses cidadãos”, acrescentou.

Segundo a governante, o gesto marca o lançamento do projecto com os órgãos da Presidência da República, repercutindo-se em todo o país, através dos governos provinciais, administrações municipais e instituições onde é exercido o poder do Estado.

Afirmou existirem, no país, 400 crianças autistas que precisam de ajuda, apoio material, espiritual e moral de todos, bem como de assistência e atendimento gratuito dos serviços de saúde.

“As famílias também precisam de apoio, pois, na sua maioria, são vulneráveis e pobres, sem forma de garantir os meios de assistência ou de atendimento das suas crianças”, frisou.

A ministra de Estado garantiu poder proporcionar serviços de saúde gratuito, assistência social e acompanhamento, para ultrapassar determinados traumas, dificuldades na fala, percepção, audição e visão das crianças.