Quinta, 03 de Dezembro de 2020
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Governo destaca papel da ANGOP na projecção da imagem do país


31 Outubro de 2020 | 11h05 - Actualizado em 31 Outubro de 2020 | 11h04

Ernesto Muangala, Governador provincial da Lunda Norte Foto: Joaquina Bento

Dundo - O Governo Provincial da Lunda Norte destacou nesta sexta-feira, no Dundo, o contributo da Agência Angola Press (ANGOP) na projecção da imagem da província, em particular, e do país, além-fronteiras.


Numa mensagem de felicitações por ocasião do 45º aniversário da ANGOP, assinalado sexta-feira, o governo local refere que a agência de notícias joga um papel pedagógico e decisivo na formação moral, cívica e cultural dos cidadãos, colocando a comunicação social ao serviço da cidadania.

Na nota, o Governo da Lunda Norte encoraja a direcção da agência de notícias a continuar a apostar na formação e capacitação dos seus quadros, de modo a acompanhar as tendências da globalização e modernização tecnológica, com vista ao contínuo exercício de uma comunicação social mais exigente e competitiva.

“Encorajamos igualmente os jornalistas da única agência de notícias do país a prosseguir com a mesma determinação, zelo e dedicação, pautando pelas normas de ética e deontologia profissional, respeitando o princípio do contraditório, informando com rigor, isenção e imparcialidade”, lê-se na mensagem.

Reitera o apoio institucional do Governo na melhoria das condições de trabalho dos profissionais locais.

A empresa foi criada em Julho de 1975 sob a designação de Agência Nacional Angola Press (ANAP). Nessa altura, os seus trabalhos eram distribuídos sob a forma de boletim.

Em Outubro do mesmo ano, a ANGOP adopta a sua actual e definitiva denominação, Agência Angola Press, sob proposta do então Presidente da República, António Agostinho Neto, e lança, no dia 30 daquele mês, o primeiro despacho com a nova sigla.

Três anos depois, a 2 de Fevereiro de 1978, a agência foi transformada em órgão estatal de comunicação social, com a publicação do decreto presidencial 11/78, de 2 de Fevereiro, no Diário da República.

A partir daí, estavam lançadas as bases para o seu crescimento e desenvolvimento, que viria a conhecer momentos áureos na década de 80. Nessa época, a ANGOP já contava com cerca de 300 trabalhadores, a maioria jornalista, com um labor ininterrupto, 24 horas ao dia, em todo o país (18 províncias) e no estrangeiro com cinco delegações (Portugal, Brasil, Reino Unido, Zimbabwe e Congo).

Em 2013 entrou com um quadro tecnológico e humano em constante transformação e actualização, em consonância com a modernidade dos meios de telecomunicações e de comunicação social, factores que concorrem para a concretização do seu grande desafio e sonho, o de se transformar numa grande empresa multimédia.