Terça, 01 de Dezembro de 2020
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MPLA incentiva Angop ao contínuo jornalismo plural


30 Outubro de 2020 | 14h19 - Actualizado em 30 Outubro de 2020 | 14h19

sede da Angop Foto: Pedro Parente

Luanda - O Bureau Político do Comité Central do MPLA incentivou, nesta sexta-feira, a Agência Angola Press (Angop) a pugnar pelo exercício de um jornalismo plural, rigoroso e isento em que impera o respeito pelos princípios da deontologia e ética profissional.


Numa mensagem alusiva aos 45 anos de existência da agência de notícias angolana, o MPLA avança serem factores de salvaguarda dos direitos constitucionais em matérias de liberdade de expressão e de imprensa.  

O MPLA exorta ainda os funcionários e colaboradores da ANGOP a prosseguir com a dinâmica de desenvolvimento e modernização técnica e tecnológica, no âmbito do serviço de interesse público relativo à informação dos angolanos.

“Nos marcos do cabal cumprimento da sua missão, a ANGOP tem desempenhado um papel capital na cobertura noticiosa de todo território de Angola, sem descurar a preocupação de manter informados sobre a realidade nacional e internacional os angolanos espalhados pelas mais diversas diásporas pelo mundo afora”, lê-se na menagem.

Reconhece o sentido de zelo e dedicação e profissionalismo da ANGOLP na promoção e divulgação de informações que ajudam a resgatar os valores cívicos e patrióticos dos angolanos, fazendo fé que a agência consolide a sua posição de fonte de informação credível e privilegiada no testemunhar das transformações políticas, sociais, económicas e culturais em curso na nova Angola.

A empresa foi criada em Julho de 1975 sob a designação de Agência Nacional Angola Press (ANAP). Nessa altura, os seus trabalhos eram distribuídos sob a forma de boletim.

Em Outubro do mesmo ano, a ANGOP adopta a sua actual e definitiva denominação, Agência Angola Press, sob proposta do então Presidente da República, António Agostinho Neto, e lança, no dia 30 daquele mês, o primeiro despacho com a nova sigla.

Três anos depois, a 2 de Fevereiro de 1978, a agência foi transformada em órgão estatal de comunicação social, com a publicação do decreto presidencial 11/78, de 2 de Fevereiro, no Diário da República.

A partir daí, estavam lançadas as bases para o seu crescimento e desenvolvimento, que viria a conhecer momentos áureos na década de 80. Nessa época, a ANGOP já contava com cerca de 300 trabalhadores, a maioria jornalista, com um labor ininterrupto, 24 horas ao dia, em todo o país (18 províncias) e no estrangeiro com cinco delegações (Portugal, Brasil, Reino Unido, Zimbabwe e Congo).

Em 2013 entrou com um quadro tecnológico e humano em constante transformação e actualização, em consonância com a modernidade dos meios de telecomunicações e de comunicação social, factores que concorrem para a concretização do seu grande desafio e sonho, o de se transformar numa grande empresa multimédia.