Activista marroquino condenado a prisão por "ultraje à justiça"

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Rabat - O tribunal de primeira instância de Casablanca condenou hoje, quinta-feira, a dois anos de prisão o activista marroquino Noureddine Aaouaj, acusado de ultraje à justiça durante a sua participação numa manifestação de protesto pelo julgamento de jornalistas, noticiaram 'media' locais.

Aaouaj, habitualmente envolvido nas manifestações e concentrações pela defesa dos direitos humanos, está acusado de "insultos a instituições constitucionais" e de "incitamento à prática de delitos através de 'media' electrónicos", segundo as acusações divulgadas na página digital do Ministério da Justiça marroquino.

O activista foi preso em 15 de Junho à porta do Tribunal de apelo de Casablanca quando participava num protesto contra o julgamento dos jornalistas opositores Omar Radi e Suleiman Raissouni, condenados respectivamente a seis anos e cinco anos de prisão em casos separados, por alegados delitos de agressão sexual.

De acordo com os 'media' marroquinos citados pela agência noticiosa Efe, Aaouaj - membro do movimento contestatário "20 de Fevereiro" que surgiu em 2011 em plena "Primavera árabe" -- foi detido após a circulação de um vídeo em que voltou a denunciar a corrupção e a "repressão da população".

Aaouaj, habitualmente envolvido nas manifestações e concentrações pela defesa dos direitos humanos, está acusado de "insultos a instituições constitucionais" e de "incitamento à prática de delitos através de 'media' electrónicos", segundo as acusações divulgadas na página digital do Ministério da Justiça marroquino.

O activista foi preso em 15 de Junho à porta do Tribunal de apelo de Casablanca quando participava num protesto contra o julgamento dos jornalistas opositores Omar Radi e Suleiman Raissouni, condenados respectivamente a seis anos e cinco anos de prisão em casos separados, por alegados delitos de agressão sexual.

De acordo com os 'media' marroquinos citados pela agência noticiosa Efe, Aaouaj - membro do movimento contestatário "20 de Fevereiro" que surgiu em 2011 em plena "Primavera árabe" -- foi detido após a circulação de um vídeo em que voltou a denunciar a corrupção e a "repressão da população".