África do Sul: Actual crise económica procede a uma década de fraco crescimento, diz Ramaphosa

  • Prsidente Sul africano Cyril Ramaphosa, durante a sua intervenção por vídeo conferência  na 13 ª Cimeira  Sessão Extraordinária da Assembleia -  Geral da União Africana (UA)
Pretória (Da correspondente) - O Chefe de Estado Sul-Africano, Cyril Ramaphosa, disse nesta terça-feira que a actual crise económica que o país atravessa procede a uma década de fraco crescimento económico, o que condiciona a rápida recuperação da África do Sul.

Falando durante o Fórum Económico Mundial (WEF) de Davos, Ramaphosa avançou que ao longo de nove meses e com o apoio de parceiros sociais, o governo da África do Sul implementou um conjunto de medidas para limitar o impacto social e económico da pandemia.

 

Estas medidas, prosseguiu, incluem, entre outras, o alargamento da protecção social e o aumento temporário das bolsas sociais mensais (um subsídio de 350 rand por mês) que atingiu seis milhões de desempregados.

 

O presidente referiu que embora as normas de alívio tenham se mostrado vitais para manter muitos negócios activos, salvando vários empregos e mantendo milhões de sul-africanos acima da linha da pobreza, a atenção do Governo está virada para a reconstrução da economia e restauração do emprego.

 

“O nosso foco mudou para o Plano de Reconstrução e Recuperação Económica para aumentar a confiança, reiniciar a economia e impulsionar reformas urgentes”, sublinhou o Presidente.

 

Acrescentou que o principal objectivo é promover o emprego e um crescimento mais rápido e inclusivo e apoiar o desenvolvimento industrial voltado para a exportação.

 

Afirmou que nos últimos três anos foram mobilizados 774 biliões de rand (cerca de UDS 51 biliões) em novos compromissos de investimentos, que permitiram a África do Sul aproveitar melhor o potencial da Área de Livre Comercio Continental Africano, que se tornou operacional a 1 de Janeiro de 2021.

Falando durante o Fórum Económico Mundial (WEF) de Davos, Ramaphosa avançou que ao longo de nove meses e com o apoio de parceiros sociais, o governo da África do Sul implementou um conjunto de medidas para limitar o impacto social e económico da pandemia.

 

Estas medidas, prosseguiu, incluem, entre outras, o alargamento da protecção social e o aumento temporário das bolsas sociais mensais (um subsídio de 350 rand por mês) que atingiu seis milhões de desempregados.

 

O presidente referiu que embora as normas de alívio tenham se mostrado vitais para manter muitos negócios activos, salvando vários empregos e mantendo milhões de sul-africanos acima da linha da pobreza, a atenção do Governo está virada para a reconstrução da economia e restauração do emprego.

 

“O nosso foco mudou para o Plano de Reconstrução e Recuperação Económica para aumentar a confiança, reiniciar a economia e impulsionar reformas urgentes”, sublinhou o Presidente.

 

Acrescentou que o principal objectivo é promover o emprego e um crescimento mais rápido e inclusivo e apoiar o desenvolvimento industrial voltado para a exportação.

 

Afirmou que nos últimos três anos foram mobilizados 774 biliões de rand (cerca de UDS 51 biliões) em novos compromissos de investimentos, que permitiram a África do Sul aproveitar melhor o potencial da Área de Livre Comercio Continental Africano, que se tornou operacional a 1 de Janeiro de 2021.