África do Sul assume Presidência Rotativa do CS da ONU

  • Presidente da República da África do Sul, Cyril Ramaphosa
Pretória (Da correspondente) - A República da África do Sul assume desde hoje, 1 de Dezembro, a Presidência mensal rotativa do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), soube a Angop do Departamento de Relações Internacionais e Cooperação ( DIRCO).

 

 

Esta é a segunda Presidência mensal da África do Sul, durante o seu mandato de dois anos (2019-2020) como membro eleito deste Órgão. O mês de Dezembro é igualmente o último deste país, durante o actual mandato no CSNU.

 

Segundo a fonte, durante este seu mandato mensal, a África do Sul vai concentrar-se no fortalecimento da cooperação entre a União Africana (UA) e as Nações Unidas (ONU).

 

Para o efeito, enfatizará a importância de uma abordagem proactiva com vista a manutenção da paz e segurança internacionais, como forma de chamar mais a atenção aos mecanismos preventivos da diplomacia, reconstrução e desenvolvimento pôs-conflito.

 

A este respeito, disse também a fonte, o Presidente em exercício da UA, Cyril Ramaphosa, presidirá, no próximo dia 4, a um debate virtual sobre a Cooperação UA-ONU.

 

Este evento virtual do Presidente Ramaphosa será precedido por um encontro digital, no dia 3, sobre a Governação e Reforma do Sector de Segurança, a ser orientado pela ministra das Relações Internacionais e Cooperação, Naledi Pandor.

 

A fonte acrescentou que, durante o seu mandato de dois anos no Conselho de Segurança, a África do Sul concentrou-se na prevenção e resolução de conflitos no continente africano, empenhou-se na Agenda de Paz e Segurança para Mulheres, na promoção de soluções pacíficas em caso de disputas e na preservação da paz.

 

Com base nos relatórios do CSNU, novas reuniões serão realizadas sobre as situações em alguns países africanos, nomeadamente na República Democrática do Congo, na Somália, Sudão e Sudão do Sul. 

 

O Afeganistão, a Palestina, o Iémen, e a Síria também estarão no centro das atenções daquele Órgão, segundo soube a Angop.

 

Servir no Conselho de Segurança da ONU deu a África do Sul a oportunidade de contribuir significativamente para o objectivo da União Africana de acabar com os conflitos e silenciar as armas no continente até 2020, ano em que o país preside a mais alta tribuna continental, a União Africana, diz o DIRCO.

 

Esta será a segunda Presidência da África do Sul, durante o seu mandato de dois anos (2019-2020) como membro eleito deste Órgão. O mês de Dezembro será igualmente o último deste país, durante o actual mandato no CSNU.

 

Segundo a fonte, durante este seu mandato mensal, a África do Sul vai concentrar-se no fortalecimento da cooperação entre a União Africana (UA) e as Nações Unidas (ONU).

 

Para o efeito, enfatizará a importância de uma abordagem proactiva com vista a manutenção da paz e segurança internacionais, como forma de chamar mais a atenção aos mecanismos preventivos da diplomacia, reconstrução e desenvolvimento pôs-conflito.

 

A este respeito, disse também a fonte, o Presidente em exercício da UA, Cyril Ramaphosa, presidirá, no próximo dia 4, um debate virtual sobre a Cooperação UA-ONU.

 

Este evento virtual do Presidente Ramaphosa será precedido por um encontro digital, no dia 3, sobre a Governação e Reforma do Sector de Segurança, a ser orientado pela ministra das Relações Internacionais e Cooperação, Naledi Pandor.

 

A fonte acrescentou que, durante o seu mandato de dois anos no Conselho de Segurança, a África do Sul concentrou-se na prevenção e resolução de conflitos no continente africano, empenhou-se na Agenda de Paz e Segurança para Mulheres, na promoção de soluções pacíficas em caso de disputas e na preservação da paz.

 

Com base nos relatórios do CSNU, novas reuniões serão realizadas sobre as situações em alguns países africanos, nomeadamente na República Democrática do Congo, na Somália, Sudão e Sudão do Sul. 

 

O Afeganistão, a Palestina, o Iémen, e a Síria também estarão no centro das atenções daquele Órgão, segundo soube a Angop.

 

Servir no Conselho de Segurança da ONU deu a África do Sul a oportunidade de contribuir significativamente para o objectivo da União Africana de acabar com os conflitos e silenciar as armas no continente até 2020, ano em que o país preside a mais alta tribuna continental, a União Africana, diz o DIRCO.

 

 

Esta é a segunda Presidência mensal da África do Sul, durante o seu mandato de dois anos (2019-2020) como membro eleito deste Órgão. O mês de Dezembro é igualmente o último deste país, durante o actual mandato no CSNU.

 

Segundo a fonte, durante este seu mandato mensal, a África do Sul vai concentrar-se no fortalecimento da cooperação entre a União Africana (UA) e as Nações Unidas (ONU).

 

Para o efeito, enfatizará a importância de uma abordagem proactiva com vista a manutenção da paz e segurança internacionais, como forma de chamar mais a atenção aos mecanismos preventivos da diplomacia, reconstrução e desenvolvimento pôs-conflito.

 

A este respeito, disse também a fonte, o Presidente em exercício da UA, Cyril Ramaphosa, presidirá, no próximo dia 4, a um debate virtual sobre a Cooperação UA-ONU.

 

Este evento virtual do Presidente Ramaphosa será precedido por um encontro digital, no dia 3, sobre a Governação e Reforma do Sector de Segurança, a ser orientado pela ministra das Relações Internacionais e Cooperação, Naledi Pandor.

 

A fonte acrescentou que, durante o seu mandato de dois anos no Conselho de Segurança, a África do Sul concentrou-se na prevenção e resolução de conflitos no continente africano, empenhou-se na Agenda de Paz e Segurança para Mulheres, na promoção de soluções pacíficas em caso de disputas e na preservação da paz.

 

Com base nos relatórios do CSNU, novas reuniões serão realizadas sobre as situações em alguns países africanos, nomeadamente na República Democrática do Congo, na Somália, Sudão e Sudão do Sul. 

 

O Afeganistão, a Palestina, o Iémen, e a Síria também estarão no centro das atenções daquele Órgão, segundo soube a Angop.

 

Servir no Conselho de Segurança da ONU deu a África do Sul a oportunidade de contribuir significativamente para o objectivo da União Africana de acabar com os conflitos e silenciar as armas no continente até 2020, ano em que o país preside a mais alta tribuna continental, a União Africana, diz o DIRCO.

 

Esta será a segunda Presidência da África do Sul, durante o seu mandato de dois anos (2019-2020) como membro eleito deste Órgão. O mês de Dezembro será igualmente o último deste país, durante o actual mandato no CSNU.

 

Segundo a fonte, durante este seu mandato mensal, a África do Sul vai concentrar-se no fortalecimento da cooperação entre a União Africana (UA) e as Nações Unidas (ONU).

 

Para o efeito, enfatizará a importância de uma abordagem proactiva com vista a manutenção da paz e segurança internacionais, como forma de chamar mais a atenção aos mecanismos preventivos da diplomacia, reconstrução e desenvolvimento pôs-conflito.

 

A este respeito, disse também a fonte, o Presidente em exercício da UA, Cyril Ramaphosa, presidirá, no próximo dia 4, um debate virtual sobre a Cooperação UA-ONU.

 

Este evento virtual do Presidente Ramaphosa será precedido por um encontro digital, no dia 3, sobre a Governação e Reforma do Sector de Segurança, a ser orientado pela ministra das Relações Internacionais e Cooperação, Naledi Pandor.

 

A fonte acrescentou que, durante o seu mandato de dois anos no Conselho de Segurança, a África do Sul concentrou-se na prevenção e resolução de conflitos no continente africano, empenhou-se na Agenda de Paz e Segurança para Mulheres, na promoção de soluções pacíficas em caso de disputas e na preservação da paz.

 

Com base nos relatórios do CSNU, novas reuniões serão realizadas sobre as situações em alguns países africanos, nomeadamente na República Democrática do Congo, na Somália, Sudão e Sudão do Sul. 

 

O Afeganistão, a Palestina, o Iémen, e a Síria também estarão no centro das atenções daquele Órgão, segundo soube a Angop.

 

Servir no Conselho de Segurança da ONU deu a África do Sul a oportunidade de contribuir significativamente para o objectivo da União Africana de acabar com os conflitos e silenciar as armas no continente até 2020, ano em que o país preside a mais alta tribuna continental, a União Africana, diz o DIRCO.