África do Sul: Cientistas estudam nova variante da COVID-19

  • Ilustração do  Covid-19
Pretória (Da correspondente) - O ministro sul-africano da saúde, Zweli Mkhize, disse que embora o país tenha registado alguns sinais promissores de declínio nos novos casos de COVID-19, em comparação com a semana anterior, a segunda onda continua a representar um fardo pesado para o sistema de saúde.

Zweli Mkhize, que falava nesta segunda-feira durante a actualização do COVID-19 e a nova variante 501.V2, afirmou que a diminuição de casos de infecções no país deve-se a muitos factores, com realce para o acatamento das medidas de biossegurança.

 

Após exaltar o empenho dos cientistas locais na vigilância e respostas a emergências, o ministro disse acreditar que a “África do Sul, como nação que suporta 85% da carga regional da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), é responsável por assumir a liderança nas estratégias de combate ao COVID-19”.

 

O governante mostrou-se optimista porque apesar da nova variante do Coronavirus possuir mutações, os cidadãos ainda são capazes de se protegerem com as “armaduras” que o governo estabeleceu.

 

“Agradeço aos sul-africanos por aderirem aos regulamentos, por mais difícil e frustrante que seja. Cada sacrifício feito salvou vidas, por isso reconhecemos o patriotismo que estão a demonstrar referente à santidade da vida”, sublinhou o ministro.

 

Esta postura, prosseguiu, é crucial para manter o declínio que se esta a observar, mas que pode ser ameaçado pelo aumento de pessoas nas províncias e locais públicos se não forem cumpridas as medidas de segurança indicadas pelo Governo.

 

Acrescentou que os dados recentes mostram que houve uma tendência de aumento de 18,3% no dia 16 de Janeiro em relação aos últimos sete dias, com cerca de 18 mil internados, enquanto 2.472 estiveram nas unidades de terapia intensiva.

 

Enquanto isso, prosseguiu, 1.117 pacientes encontram-se nos sistemas de ventiladores e 5.850 necessitando de oxigénio.

Zweli Mkhize, que falava nesta segunda-feira durante a actualização do COVID-19 e a nova variante 501.V2, afirmou que a diminuição de casos de infecções no país deve-se a muitos factores, com realce para o acatamento das medidas de biossegurança.

 

Após exaltar o empenho dos cientistas locais na vigilância e respostas a emergências, o ministro disse acreditar que a “África do Sul, como nação que suporta 85% da carga regional da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), é responsável por assumir a liderança nas estratégias de combate ao COVID-19”.

 

O governante mostrou-se optimista porque apesar da nova variante do Coronavirus possuir mutações, os cidadãos ainda são capazes de se protegerem com as “armaduras” que o governo estabeleceu.

 

“Agradeço aos sul-africanos por aderirem aos regulamentos, por mais difícil e frustrante que seja. Cada sacrifício feito salvou vidas, por isso reconhecemos o patriotismo que estão a demonstrar referente à santidade da vida”, sublinhou o ministro.

 

Esta postura, prosseguiu, é crucial para manter o declínio que se esta a observar, mas que pode ser ameaçado pelo aumento de pessoas nas províncias e locais públicos se não forem cumpridas as medidas de segurança indicadas pelo Governo.

 

Acrescentou que os dados recentes mostram que houve uma tendência de aumento de 18,3% no dia 16 de Janeiro em relação aos últimos sete dias, com cerca de 18 mil internados, enquanto 2.472 estiveram nas unidades de terapia intensiva.

 

Enquanto isso, prosseguiu, 1.117 pacientes encontram-se nos sistemas de ventiladores e 5.850 necessitando de oxigénio.