África do Sul conclui mandato de dois anos no CS da ONU

  • Sede da ONU em Nova Iorque
Pretória (Da correspondente) - A África do Sul concluiu, a 31 de Dezembro findo, o seu mandato de dois anos como membro eleito do Conselho de Segurança das Nações Unidas, informou a ministra das Relações Internacionais e Cooperação, Naledi Pandor.

 

 

O referido mandato foi dedicado ao legado do Presidente Nelson Mandela, cujos valores e compromisso com a paz foram comemorados em 2018, ano que marcou o centenário do seu nascimento e em que a Assembleia Geral das Nações Unidas elegeu, por maioria, a África do Sul, como membro eleito do Conselho de Segurança (CS).

 

Desta forma, "o dia 31 de Dezembro de 2020 marcou a fim da missão de dois anos da África do Sul como membro eleito do CS da ONU para o período 2019-2020. Foi igualmente o último dia da Presidência do Conselho de Segurança pela África do Sul", sublinhou Naledi Pandor aos jornalistas.

 

A ministra declarou, na ocasião, que o seu país se sente orgulhoso de ter servido os interesses da comunidade internacional no organismo global, dedicado a garantir a paz e a segurança internacionais.

 

Ao longo do mandato, sublinhou, "foi-nos dada a oportunidade de contribuir para silenciar as armas no continente africano. Igualmente usamos o nosso mandato para promover a solução pacífica de conflitos por meio da diplomacia preventiva, do diálogo inclusivo e da reconstrução e desenvolvimento pós-conflito", avançou a chefe da diplomacia sul-africana.

 

De acordo com a ministra, o seu país nunca deixou de defender uma parceria fortalecida e uma cooperação mais estreita entre o Conselho de Segurança das Nações Unidas e a União Africana e expressou consistentemente a sua solidariedade para com os povos da Palestina e do Saara Ocidental, na sua luta pela autodeterminação, liberdade fundamental, justiça, igualdade e dignidade.

 

Disse também que a África do Sul avançou, ainda mais, no que toca a implementação das Agendas da Mulher, Juventude para a Paz e Segurança.

 

Para Naledi Pandor, o mundo continua a enfrentar desafios sem precedentes, com impacto no desenvolvimento, na paz e segurança.

 

"A pandemia da Covid-19 agravou esses desafios e exigiu que trabalhássemos juntos como um colectivo ao nível global, para combater o vírus e garantir que somos capazes de reconstruir um mundo mais seguro, onde as necessidades de desenvolvimento de todos os povos são realizadas", acrescentou.

 

Findo o seu mandato no CS, a África do Sul continuará o seu compromisso com o multilateralismo e trabalhará noutros fóruns relacionados, incluindo a Comissão de Consolidação da Paz das Nações Unidas e outros órgãos desta Instituição mundial, para atingir esses objectivos, concluiu a ministra das Relações Internacionais e Cooperação.

 

 

O referido mandato foi dedicado ao legado do Presidente Nelson Mandela, cujos valores e compromisso com a paz foram comemorados em 2018, ano que marcou o centenário do seu nascimento e em que a Assembleia Geral das Nações Unidas elegeu, por maioria, a África do Sul, como membro eleito do Conselho de Segurança (CS).

 

Desta forma, "o dia 31 de Dezembro de 2020 marcou a fim da missão de dois anos da África do Sul como membro eleito do CS da ONU para o período 2019-2020. Foi igualmente o último dia da Presidência do Conselho de Segurança pela África do Sul", sublinhou Naledi Pandor aos jornalistas.

 

A ministra declarou, na ocasião, que o seu país se sente orgulhoso de ter servido os interesses da comunidade internacional no organismo global, dedicado a garantir a paz e a segurança internacionais.

 

Ao longo do mandato, sublinhou, "foi-nos dada a oportunidade de contribuir para silenciar as armas no continente africano. Igualmente usamos o nosso mandato para promover a solução pacífica de conflitos por meio da diplomacia preventiva, do diálogo inclusivo e da reconstrução e desenvolvimento pós-conflito", avançou a chefe da diplomacia sul-africana.

 

De acordo com a ministra, o seu país nunca deixou de defender uma parceria fortalecida e uma cooperação mais estreita entre o Conselho de Segurança das Nações Unidas e a União Africana e expressou consistentemente a sua solidariedade para com os povos da Palestina e do Saara Ocidental, na sua luta pela autodeterminação, liberdade fundamental, justiça, igualdade e dignidade.

 

Disse também que a África do Sul avançou, ainda mais, no que toca a implementação das Agendas da Mulher, Juventude para a Paz e Segurança.

 

Para Naledi Pandor, o mundo continua a enfrentar desafios sem precedentes, com impacto no desenvolvimento, na paz e segurança.

 

"A pandemia da Covid-19 agravou esses desafios e exigiu que trabalhássemos juntos como um colectivo ao nível global, para combater o vírus e garantir que somos capazes de reconstruir um mundo mais seguro, onde as necessidades de desenvolvimento de todos os povos são realizadas", acrescentou.

 

Findo o seu mandato no CS, a África do Sul continuará o seu compromisso com o multilateralismo e trabalhará noutros fóruns relacionados, incluindo a Comissão de Consolidação da Paz das Nações Unidas e outros órgãos desta Instituição mundial, para atingir esses objectivos, concluiu a ministra das Relações Internacionais e Cooperação.